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quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Benefícios da batata Asterix








      





Não sabe qual é a batata asterix? Não se preocupe! São tantas as variedades existentes desse tubérculo no mercado, que fica meio difícil mesmo saber qual é qual. Aqui vai uma dica: a asterix foi criada pelos holandeses pelo cruzamento das variedades Cardinal e SVP VE 70-9. Para não errar mais, pense em um holandês branco vindo de férias ao Brasil: um dia de praia e ele vai ficar todo rosado! A batata asterix é assim: tem a casca mais rosada! Pronto! Assim você não erra mais!

Brincadeiras à parte, a batata asterix tem a casca mais rosada e mais grossa, é mais rica em amido e mais sequinha, o que a torna ideal para fritar, fazer nhoque e purê. É muito rica em minerais, como zinco, potássio, fósforo, vitamina B e C – este último um poderoso antioxidante. Além disso, possui muitas fibras, especialmente na casca, que ajudam no trato digestivo, na formação do bolo fecal e para dar sensação de saciedade. A cor rosada da pele também indica a presença de antocianinas, um tipo específico de antioxidante que ajuda a diminuir a lipoproteína de baixa densidade, bem como oferecer proteção contra os radicais livres.

As suas qualidades não param por aí, veja só:

    - Ajuda a manter a saúde da pele, dentes e gengivas saudáveis,
    - Ameniza inflamações,
    - Combate problemas circulatórios,
    - Combate alguns tipos de células cancerígenas,
    - Melhora o funcionamento cerebral,
    - Combate o estresse,
    - Fortalece os ossos.

Com boa oferta o ano todo, em 2018 o Entreposto Terminal São Paulo (ETSP) recebeu cerca de 25.850 toneladas de batata asterix, provenientes principalmente de Guarapuava (PR), São José dos Ausentes (RS), Casa Branca (SP), São Francisco de Paula (RS), Palmas (PR) e Sâo Mateus do Sul (PR). No dia 11/11, o produto estava sendo comercializado no atacado do ETSP ao preço médio de R$ 1,77/kg. Na Ceasa Grande Rio a saca com 50 kg está sendo negociada por R$ 100, enquanto os outros tipos de batatas (inglesa lavada ou lisa), entre R$ 60 e R$ 80.

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Índice CEAGESP: preços dos alimentos subiram em média 0,71%







    





No mês de outubro ainda houve um aumento de 3,5% no volume comercializado, em relação a igual período do ano passado: 286.094 t (outubro 2019) ante 276.525 t (outubro 2018). A tendência para os meses de novembro e dezembro é de redução da quantidade ofertada, devido à temporada de chuvas, prevê o estudo. A batata e a cebola tiveram quedas acentuadas em contrapartida.

O índice de preços da CEAGESP encerrou o mês de outubro com alta de 0,71%. Indicador ainda acumula queda de 4,24% no ano. Todos os setores apresentaram alta, com exceção do setor de Diversos, que registrou queda pelo terceiro mês consecutivo. Para os próximos meses, com a chegada da estação das chuvas, existe a possibilidade de elevações dos preços praticados e perda de qualidade.

Em outubro, o setor de frutas subiu 0,28%. As principais altas foram nos preços da carambola (42,6%), do limão taiti (33,5%), do abacate margarida (22,3%), do kiwi estrangeiro (17,6%) e da laranja pera (15,8%). As principais quedas ocorreram com o mamão havaí (-42,9%), com a acerola (-15,9%), com a banana nanica (-14,9%), com o mamão formosa (-14,3%) e com a banana prata (-10,7%).   

O setor de legumes registrou alta de 1,83%. Os principais aumentos ocorreram com a ervilha torta (47,2%), com a berinjela (33,8%), com o quiabo (29,9%), com o cará (21,0%), com o jiló (18,7%) e com o pimentão verde (17,3%). As principais quedas foram registradas nos preços do chuchu (-21,8%), da pimenta cambuci (-15,8%), da cenoura (-14,2%), da berinjela japonesa (-13,7%) e da abobrinha brasileira (-13,6%).  

O setor de verduras teve alta de 1,35%. As principais altas registradas foram do coentro (74,5%), da couve flor (38,0%), da rúcula (33,7%), do brócolos (29,0%), do rabanete (27,3%) e da erva doce (24,5%). As maiores baixas se deram nos preços do salsão (-25,5%), do louro (-16,0%), da hortelã (-14,8%), do alho poró (-13,7%), da beterraba com folhas (-12,8%) e do nabo (-12,4%).  

O setor de diversos registrou forte queda de 5,99%. As principais baixas ficaram por conta da cebola nacional (-29,5%), das batatas lavada (-12,9%) e asterix (-3,8%) e do alho nacional (-2,3%). As principais altas foram do alho estrangeiro chinês (9,1%), do amendoim com casca (4,1%) e do coco seco (1,3%). 

O setor de pescados subiu 3,60%. As principais altas foram da tainha (23,5%), da pescada (21,2%), da pescada tortinha (20,5%), da sardinha fresca (16,7%), da betara (15,8%) e da abrótea (15,1%). As principais quedas ocorreram com a cavalinha (-15,1%), com a lula congelada (-13,9%) e com a corvina (-2,0%).
 
No período de janeiro a outubro de 2019 foram comercializadas no entreposto de São Paulo cerca de 2.657.082 toneladas ante 2.523.298 toneladas negociadas no mesmo período de 2018. Elevação de 5,3% ou 133.784 toneladas.

Devemos lembrar, no entanto, de duas ocorrências no ano passado que contribuíram com esse percentual de crescimento entre 2019 e 2018, que foram a greve dos caminhoneiros em maio e dos funcionários da CEAGESP entre final de julho e começo de agosto, quando não houve recolhimento das notas fiscais de entrada.

Índice CEAGESP

Primeiro balizador de preços de alimentos frescos no mercado, o Índice CEAGESP é um indicador de variação de preços no atacado de Frutas, Legumes, Verduras, Pescado e Diversos. Divulgados mensalmente, os 150 itens da cesta foram escolhidos pela importância dentro de cada setor e ponderados de acordo com a sua representatividade. O Índice foi lançado em 2009 pela CEAGESP, que é referência nacional em abastecimento.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Tomate, ovos, batata começam semana com preços altos

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Alimentos essenciais em uma boa cozinha, esses três tipos tiveram os preços bem majorados na Ceasa do Rio de Janeiro. No caso dos ovos vermelhos a majoração chegou a mais R$ 50, se compararmos ao preço negociado pela caixa com 30 dúzias há cerca de uma semana. 

Quem foi no supermercado há uma semana, por exemplo, ficou assustado com os preços cobrados em alguns alimentos, como o tomate e a batata.  No primeiro caso, chegava a quase R$ 8 o quilo direto ao consumidor.  Pois bem, lá atrás a caixa com 22 kg da fruta, ou legume como as pessoas gostam de se referir, estava custando R$ 100. Pulou para R$ 110 nesta segunda-feira (17/6),  na negociação feita na Ceasa do Irajá, Zona Norte carioca.  Quatro bandejas com tomate cereja está custando R$ 12.

No caso da batata inglesa comum, cuja a saca com 50 kg era negociada a R$ 100, hoje ela está sendo vendida a R$ 120.  A saca da batata inflesa lisa, de R$ 160 para R$ 170. As duas únicas quedas verificadas foram da batata Hasterix, de R$ 160 para R$ 150; batata doce, de R$ 30 para R$ 25. 

A saca de 20 kg da cebola também teve uma queda boa, de R$ 55 para R$ 45.  A cebola roxa está sendo negociada por R$ 75. 

No caso dos ovos, os aumentos foram os seguintes: de R$ 90 para R$ 100 (brancos), e de R$ 80 para R$ 130 (vermelhos).  A caixa com 30 dúzias de ovos de codorna está custando R$ 50, mas já esteve a R$ 30. 

Outros preços importantes

A caixa com 10 kg do alho chinês branco está sendo negociada a R$ 130, e mais a do alho roxo (ARG) por R$ 160, e do alho roxo nacional a R$ 130.

Limão, esse parceiro na alimentação, permanece com o seu preço ainda inalterado: caixa com 25 kg sendo vendida a R$ 40.

Já outras frutas como a Trangerina Ponkam, caixa com 25 kg, está sendo negociada a R$ 30; morango, quatro bandejas, por R$ 15; laranja pera, caixa com 22 kg por R$ 35, laranja lima também por R$ 35. 

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Depois do susto, batata e tomate começam a baixar de preço no Rio

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Líderes na cozinha em boa parte dos pratos do dia, o tomate e a batata tem os seus preços iniciando uma trégua nesta semana.  E tudo indica, segundo a previsão, que essa tendência de queda irá se acentuar nos próximos dias.  Isto porquê, os preços tinham tomado uma convergência de alta que chegou a assustar muita gente. O motivo, segundo especialista, foi a chuva que prejudicou a lavoura. 

Nesta segunda-feira (20/5),  a caixa com 22 quilos do tomate era negociada na Ceasa Grande Rio, no Irajá, Zona Norte carioca, e do Colubandê, em São Gonçalo, Região Metropolitana, a R$ 70 (AA) e R$ 60 (A). Mais precisamente, a R$ 3,18 no atacado. Apesar da queda no preço, o quilo na ponta final para o consumidor ainda está um pouco caro. 

Já a batata inglesa comum teve a saca de R$ 50 kg negociada a R$ 110; a lisa, por R$ 130. O preço chegando a R$ 2,20 no atacado. Quanto ao outro tipo de batata, a asterix, esta ainda está sendo vendida bem mais cara: R$ 210. 

Assustou

O consumidor que costuma ter na sua lista de compras batata e tomate se espantou, há cerca de três semanas, com os rumos tomados nos altos preços no mercado. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea-Esalq/USP), a caixa de 20 quilos do tomate era vendida a R$ 94 na cidade de São Paulo, na sexta-feira (dia 10/5). Apenas três dias antes, no dia 7 de maio, a mesma caixa custava R$ 77,50.

Já a saca da batata, também segundo o Cepea-Esalq/USP, era vendida por R$ 157,14, na segunda-feira (13/5), no Rio. Um mês antes, em 11 de abril, era vendida a R$ 118,33.

De acordo com o consultor de varejo Marco Quintarelli, o calor e a chuva têm prejudicado muito as plantações das duas produções:

— Quando chove muito, você não consegue colher batata e, recentemente, nós tivemos enchentes em vários lugares. Agora com o inverno e a diminuição do volume de águas, o preço dessa raiz deve diminuir. Já no caso do tomate, deve demorar mais um pouco. Os preços só vão baixar lá para julho. É que o calor excessivo favoreceu o aparecimento de pragas e grande parte dessa produção se perdeu. Quando a temperatura ficar mais amena, conseguiremos normalizar os preços do tomate.

quinta-feira, 18 de abril de 2019

Batata encarece almoço da Páscoa

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E olha que os caminhoneiros só ameaçaram com uma greve, mesmo assim o preço da saca da 50 kg alcançou o mesmo valor praticado nas Ceasas durante a paralisação do ano passado.  Alternativa é buscar outros tipos de alimentos mais em conta, como a batata doce, por exemplo, que tem a caixa com 20 kg sendo vendida a R$ 25.

Pode acreditar, o preço da saca de batata inglesa lisa estava sendo negociada na Ceasa do Rio de Janeiro por R$ 220, nesta terça-feira (16/4).  O da batata inglesa comum, aquela mais sujinha, era vendida por R$ 130.  E a saca, também de 50 kg, da Hasterix ( aquela maior que dá para fazer recheada no forno) estava sendo vendida por R$ 190.  A desculpa para a alta de preços foi o período de chuva que atrapalhou a lavoura.

Dois outros ingredientes que acompanham sempre uma bacalhoada, dependendo da receita, o tomate e a cebola também seguiram o mesmo caminho da batata:  a caixa com 22 kg do tomate estava custando R$ 70; a saca de 20 kg da cebola, por R$ 60, a nacional (SC/RS), e a R$ 70, a importada da Argentina.

Uma alternativa é o tomate cereja, um coringa para levantar as receitas com salada: 4 bandejas estão custando R$ 15 no atacado.

A cenoura não se fez de rogada e acompanhou a bandidagem dos preços: a caixa com 18 kg está custando R$ 60.

Outro complemento numa boa mesa de Páscoa, os ovos, estes estão bem mais em conta ainda. Tem supermercado vendendo a cartela com 30 unidades por pouco mais de R$ 8.  No atacadão das Ceasa do Rio, por exemplo, a caixa com 30 dúzias dos ovos brancos era vendida entre R$ 90 e R$ 100; dos ovos vermelhos, a R$ 125.

E 30 dúzias dos ovos de codorna eram negociadas por R$ 45.

Para acompanhar, uma sobremesa saudável é sempre bem recebida. Separamos três frutas para depois do almoço de Páscoa:  a caixa de 8 kg de caqui estava custando R$ 20; o quilo da melancia tava cotado a R$ 1,50; e a caixa com 1 kg do figo verde, a R$ 20.  

terça-feira, 12 de março de 2019

Batata já chega a R$ 8 o quilo no Rio



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O Qsacada Ilha Tv noticiou esse aumento expressivo nesta segunda-feira (11/3), com base em dados recolhidos sobre os preços nas Ceasas do Brasil.
Consumidores que foram aos supermercados e às feiras livres nas últimas semanas tomaram um susto diante dos preços da batata-inglesa. O quilo já chega a R$ 8 no Rio. Os varejistas estão repassando o aumento de preço do produtor rural, que em geral vende uma saca de 50 quilos por R$ 30 e, agora, cobra entre R$ 150 e 250, conforme noticiamos. O motivo da alta foi o prejuízo que a maioria teve com as condições climáticas adversas que prejudicaram a produção.
— O fim do ano teve um calor acima do normal e, agora, estamos tendo um fluxo de chuvas muito intenso na região Sul do país, onde a batata é produzida. O resultado foi uma produtividade mais baixa e uma menor oferta do produto, o que encareceu o produto — explicou Natalino Shimoyana, diretor da Associação Brasileira da Batata.
Para o coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Braz, um aumento dos preços de legumes e hortaliças sempre é esperado no primeiro trimestre do ano devido às adversidades climáticas do verão. Mas, em geral, a produção agrícola se regulariza no segundo trimestre, quando os preços caem.
— Muitas vezes, os preços depois caem mais do que subiram. Se o clima se comportar como o esperado. Então, em geral, não é um efeito permanente, e o consumidor é compensado depois com valores menores — afirmou André Braz.
Para os produtores, a expectativa é que os preços continuem elevados por mais um ou dois meses. Mas os especialistas não acreditam que isso afete a inflação medida pelo IPCA, que acumula alta de 3,73% em 12 meses, abaixo do mesmo período do ano anterior e da meta do governo, de 4,25% para o ano.
O Dia

Batata com preço subindo

                      

Muitos comerciantes, principalmente aqueles de sacolão, colocaram o preço do quilo lá em cima neste final de semana, chegando a quase R$ 7, como mostra o vídeo.

Alguns desses comerciantes justificaram o período de carnaval, alegando que encontraram o preço da saca de 50 kg a R$ 300, o que não seria verdade se formos comparar, por exemplo, a evolução dos preços nas últimas duas semanas na Ceasa do Irajá, bairro da Zona Norte do Rio.  No último pregão, ocorrido nesta segunda-feira (11/3), o preço no atacado para a batata inglesa lisa estava R$ 210, a mais cara; e R$ 140, a de segunda.  Já a batata inglesa comum especial era vendida por R$ 150; e R$ 90, a de segunda. Nas duas últimas semanas a variação foi entorno de 50% a 60% na alta de preços.

O CeasaCompras pegou a tabela de preços divulgada pelas 22 Ceasas brasileiras, e aproveitou para fazer uma comparação com importantes estados. A conclusão é a seguinte, por cada quilo comercializado: R$ 3 (RJ), R$ 4,56 (SP), R$ 4,26 (ES), R$ 3,60 (MG) e R$ 2,10 (SC).

Em relação à batata Hasterix, o preço da saca de 50 kg é de R$ 140.  Da batata Yakon, dois quilos, por R$ 20.


quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Batata e verduras a centavos na Ceasa do Rio de Janeiro

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O Blog Ceasa Compras registrou 33 tipos de alimentos que estão com preços baixos nas Ceasa do Irajá, na Zona Norte carioca, e do Colubandê, em São Gonçalo, Região Metropolitana. Aproveite para já ir preparando a lista da semana e economizar.

Um desses alimentos é a batata inglesa cuja a saca de 50 quilos está sendo negociada a R$ 30 (comum especial), R$ 25 (primeira) e R$ 20 (segunda); R$ 35 (lisa especial), R$ 30 (primeira) e R$ 25 (segunda).  O tomate também está com preço bom: a caixa com 22 kg estava sendo negociada a R$ 25.  A alface, tanto lisa como crespa, a caixa com 18 unidades está sendo vendida por R$ 12 apenas.

Na questão dos ovos brancos, caixa com 30 dúzias, os preços são de R$ 78, R$ 76 e R$ 74, dependendo da classificação; ovos vermelhos por R$ 100 e os ovos de codorna, caixa com 30 dúzias, por R$ 45.

Veja a relação de preços dos outros alimentos:

Verduras

Acelga, 20 unidades por R$ 15
Agrião, 25 unidades, por R$ 0,70 cada mole
Aipo/Salsão, 6 unidades por R$ 15
Almeirão, 5 moles por R$ 1
Cheiro verde, 10 moles por R$ 5
Coentro, 10 unidades por R$ 5
Couve-flor, 8 unidades por R$ 20
Endívia, 16 unidades por R$ 8
Funcho/Erva doce, 6 unidades por R$ 20
Hortelã, 10 moles por R$ 2
Repolho verde, 12 unidades por R$ 18
Rúcula, 5 moles por R$ 4

Legumes

Abobrinha menina, caixa com 20 kg por R$ 20
Berinjela, caixa com 10 kg por R$ 15
Chuchu, caixa com 20 kg por R$ 20
Tomate, caixa com 22 kg por R$ 25
Aipim/Mandioca, caixa com 20 kg por R$ 25
Beterraba, caixa com 20 kg por R$ 25
Cebola, saca de 20 kg por R$ 15 (SP) e R$ 20 (PE)

Frutas

Laranja-pêra, caixa com 25 kg por R$ 30
Laranja lima, caixa com 25 kg por R$ 40
Morango, 4 cumbucas por R$ 10
Tangerina Murcott, caixa com 25 kg por R$ 55
Tangerina comum, caixa com 10 por R$ 35
Tangerina Ponkan, caixa com 25 por R$ 45

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Ceasa RJ tem batata a R$ 1, o quilo

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Parece absurdo saber desse preço no atacado em uma das maiores centrais de abastecimento de alimentos do país, e depois constatar que, no preço ao consumidor, este valor quase triplifica.  Tem supermercados, alguns "sacolões" e até nas feiras livres,  na capital carioca, que cobram quase R$ 3 fora das chamadas "promoções".  

Depois do Rio, o preço mais baixo que encontramos, por quilo no atacado, foi na Ceasa Minas Gerais ( R$ 0,80). Na Ceasa de Santa Catariana, o quilo sai por R$ 0,90. Separamos alguns preços no restante do país: R$ 1,84 (Ceagesp), R$ 1,46 (ES) e R$ 1,20 (RS). 

Voltando ao Rio de Janeiro, a Ceasa Grande Rio,  fechou na sexta-feira passada a venda da batata inglesa comum, saca com 50 Kg, ao preço de R$ 50; a saca da batata lisa, mesma quantidade, era vendida a R$ 55. No caso da batata Hasterix, saca de 50 kg, saía por R$ 60. A batata-doce, caixa com 20 kg, estava sendo vendida por R$ 25.

O estado fluminense não produz batatas, como nos outros. Embora seja um grande produtor, São Paulo continua vendendo caro o alimento na maior central de abastecimento do país, a Ceagesp.  No ranking da produção, Minas Gerais vem em primeiro lugar, seguida de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A Região Sudeste, portanto, é a maior produtora de batas, seguida dos estados do Sul, Nordeste e Centro-Oeste.

Outros preços

Tome nota de outros preços que destacamos na Ceasa Grande Rio:

Aipim/Mandioca, caixa 22 kg, a R$ 25;
Cenoura, caixa com 18 kg, R$ 45;
Rabanete, caixa com mole de 1 kg, a R$ 2;
Nabo, caixa com 20 kg, R$ 50;
Inhame, caixa com 18 kg, R$ 40;
Tomate, caixa com 22 kg, R$ 55; 
Tomatinho cereja, caixa com quatro bandejas, 2 kg, R$ 12;
Laranja-pêra, caixa com 22 kg, R$ 28;
Caqui, caixa com 6 kg, R$ 25.


domingo, 28 de janeiro de 2018

Batata liderou saldo positivo na comercialização da CeasaRio

De acordo com a assessoria de comunicação da Ceasa fluminense, sua sede no Irajá, Zona Norte da capital carioca, verificou algumas altas no consumo. Batata e a banana ajudaram muito. Veja.

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Segunda maior Central de Abastecimento da América Latina, a Unidade da Ceasa-Irajá - a primeira é a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) -, teve um salto positivo na comercialização de produtos dentro da Unidade em 2017.

O produto com maior índice de comercialização foi a batata, que teve 217,3 toneladas vendidas dentro do Mercado, 21% a mais que em 2016, quando foi vendida 179,8 toneladas, segundo informou o setor de Agroqualidade da Divisão Técnica da Ceasa-RJ.

Em segundo vem a banana, com 138,2 toneladas comercializadas, aumento de 62% comparado ao ano de 2016, quando foi vendida 85,2 toneladas da fruta dentro do mercado.

Em terceiro foi a laranja, com um aumento de 16% na comercialização em relação a 2016. Foram 124,4 toneladas comercializadas em 2017, contra 106,8 toneladas no ano anterior.

Em seguida vem o tomate, com 101,2 toneladas em 2017, 6% a mais que em 2016, quando registrou 95,7 toneladas comercializadas.

E logo abaixo vem a cebola, que teve um aumento de 89% na comercialização em 2017. Foram 96,1 toneladas comercializadas, contra 50,9 toneladas em 2016.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Batata mais cara 90%

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Divulgação do 11º Boletim Hortigranjeiro da Conab/Prohort mostrou o aumento de preços da leguminosa.

Alface, batata e cebola foram as hortaliças mais baratas nas principais Ceasas do país no mês de O comportamento dos preços de frutas e hortaliças sofreu uma inversão em outubro, conforme análise do 11º Boletim Hortigranjeiro da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulga. Ao contrário do mês anterior, as hortaliças estão agora com preços mais elevados nas principais centrais de abastecimento do país, com destaque para batata e cenoura.

A batata, que registrou a maior queda nas cotações de setembro, apresentou aumento acima de 90% em outubro nos estados de Goiás e Paraná. A leguminosa também ficou mais cara no Distrito Federal (67%), no Rio de Janeiro (58%), no Espírito Santo (54%) e em São Paulo (42%). Com relação à cenoura, os aumentos não foram tão grandes mas chegaram a 49% no Espírito Santo, seguido por aumentos de 23% a 26% no Distrito Federal, no Paraná e em Goiás. Para os dois produtos, a explicação de alta foi a diminuição na oferta da safra de inverno.

Frutas - Apesar do aumento verificado no levantamento anterior, as frutas deram uma equilibrada para os consumidores nos preços em outubro e ficaram mais baratas na maioria das Ceasas analisadas. O mamão, que tinha sido o grande vilão de setembro, voltou a patamares menores, com recuo de preço de 44% em Goiás e 23% em Minas Gerais. A oferta foi maior das espécies de mamão papaya mineiro, baiano e capixaba.

A banana também ficou mais barata nos mercados atacadistas, após os meses de agosto e setembro terem sido de cotações estáveis. Isso porque a oferta do produto aumentou na maioria das Ceasas, principalmente do tipo prata. Na Ceasa Minas, a fruta ficou 17% mais barata, seguida pelas quedas de 14% em Pernambuco, 13% em Goiás e 12% no Espírito Santo.

Outra boa notícia é que o preço de algumas frutas natalinas já começou a cair, com destaque para o pêssego, 54% mais barato, além da ameixa (20%) e damasco (3%).

O levantamento é feito mensalmente pelo Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort) da Conab, a partir de informações fornecidas espontaneamente por grandes mercados atacadistas do país. Para a análise do comportamento dos preços de outubro, foram considerados os principais entrepostos dos estados de SP, RJ, MG, ES, PR, CE, PE, GO e DF.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Conhece a batata Astérix ?

Quem não se lembra da dupla Astérix e Obélix das histórias em quadrinhos? O primeiro, deu nome a um tubérculo delicioso.

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Pense em uma porção de batata frita bem sequinha, ou um purê de batata bem cremoso, ou um nhoque macio e saboroso. E um segredo a mais: fazer bolinhos de bacalhau com essa batata é conseguir chegar no paraíso. Ficou com vontade? Então corra para o mercado ou feira e compre batata Astérix. Das variedades deste tubérculo comercializadas no Brasil, a Astérix é mais indicada para frituras, purês e massas devido ao seu alto teor de amido e pouca umidade, o que a torna perfeita para tais receitas.

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De casca rosada e formato alongado, a Asterix é usada na indústria para se fazer batatas pré-fritas congeladas, muito usadas nas lojas de fast food.  Ela é boa fonte de potássio, fósforo e vitaminas do Complexo B, mas possui alto índice glicêmico, o que a torna pouco indicada para quem faz dieta de restrição calórica e quase proibitiva para quem sofre de diabetes.

Ter alto índice glicêmico significa que a glicose produzida a partir dos carboidratos presentes na batata é absorvida rapidamente pelo nosso organismo, o que libera muita insulina, levando ao aumento de depósito de gordura e pouca saciedade. É por isso que é impossível comer apenas uma batatinha frita, pois o cérebro não se contenta com pouco e pede mais. Haja força de vontade!

Mas como tudo na vida, é uma questão de equilíbrio! A batata asterix traz muitos benefícios, desde que consumida com moderação. Sua casca rosada contém antioxidantes que ajudam a neutralizar os radicais livres, compostos prejudiciais que podem aumentar o risco de doenças como problemas cardíacos. Uma batata média cozida tem 154 calorias, cerca de 34 g de carboidratos e menos que 1 g de gordura, além de 3,1 g de fibra, potássio, ferro, zinco, fósforo, vitamina C e niacina.

Em 2016 foi registrada a entrada de 25.826 toneladas do produto no Entreposto Terminal São Paulo (ETSP), vindas, principalmente de Cristalina (GO), Guarapuava (PR), Bom Jesus (RS), Pinhão (PR), São Mateus do Sul (PR), São José dos Ausentes (RS) e Casa Branca (SP). No dia 1º de novembro, o quilo da batata Astérix foi cotado a um preço médio de R$ 1,48 no comércio atacadista do entreposto. O alimento possui boa oferta durante o ano todo.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Batata, grande destaque em preços baixos

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Conab/Prohort divulga o 10º Boletim Hortigranjeiro (19/10/2017), apontando o que está cara e mais barato nas centrais de abastecimento. O preço do mamão explodiu.

Alface, batata e cebola foram as hortaliças mais baratas nas principais Ceasas do país no mês de setembro. A análise de preços faz parte do 10º Boletim Hortigranjeiro da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado a quinta-feira (19).

Dessas hortaliças, o grande destaque foi mesmo a batata, que vem apresentando preços mais baixos desde o ano passado, graças à grande oferta. As maiores quedas ocorreram em Goiânia/GO, de 18%, Recife/PE e Curitiba/PR, as duas últimas com percentuais em torno de 14%. Em Brasília/DF, a cotação caiu 11% em relação ao mês anterior, seguida de Belo Horizonte/MG (10%), Vitória/ES (9%) e São Paulo/SP (7%).

No caso da alface, que também teve queda em todos os mercados analisados, o preço recuou mais de 30% nas Ceasas de Goiânia/GO e Recife/PE. A razão, segundo o estudo, foi a boa oferta no mês de setembro, enquanto a demanda foi menor na maioria das centrais. Já a cebola, que baixou 17% de preço em Brasília/DF e 15% em Vitória/ES, apresenta quedas sistemáticas graças à forte oferta nacional.

Frutas - Depois de um primeiro semestre marcado por quedas sucessivas nos preços, as frutas ficaram mais caras em quase todas as centrais analisadas no mês de setembro. Os valores do mamão subiram em todas as centrais analisadas, com variações de aumento que chegaram a 164% em Goiânia. Nessa unidade, o preço da caixa do mamão passou de R$ 20 para R$ 50. Outras altas da fruta ocorreram em Brasília (57%) e em Belo Horizonte (53%).

A banana, que já havia dados sinais de aumento no mês anterior, apresentou alta de preços em quatro entrepostos. As maiores variações ocorreram na Ceasa/PR (23%) e na Ceagesp/SP (14%). Somente nas Ceasas de Goiás, Pernambuco e Ceará é que houve leve queda nos preços. A melancia também ficou mais cara em quase todas as centrais, com destaque para o aumento de 25% em São Paulo. Apesar dessas elevações, algumas frutas tiveram registro de queda nos preços, como nectarina (38%), ameixa (36%), caju e coco (26%), manga (18%) e morango (13%).

O levantamento é feito mensalmente pelo Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort) da Conab, a partir de informações fornecidas espontaneamente por grandes mercados atacadistas do país. Para a análise do comportamento dos preços de setembro, foram considerados os principais entrepostos dos estados de SP, MG, ES, PR, CE, PE, GO e DF.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Batata é dica de consumo, com queda de 62,7% no preço

Um estudo financiado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) revelou, em 2011, que as batatas podem reduzir a pressão arterial em pessoas acima do peso.

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Considerada pela Organização das Nações Unidas (ONU) um alimento essencial para o combate à fome, principalmente em países em desenvolvimento, a batata está mais acessível ao bolso do consumidor neste mês. O preço médio da hortaliça caiu 62,7%, no período de 1 a 15 de agosto deste ano em relação ao mesmo período de 2016, no atacado do entreposto de Contagem. Minas Gerais é o maior produtor do país, sendo responsável por abastecer vários estados. Na Ceasa Grande Rio, por exemplo, 45,8% da batata ofertada é mineira.

No mesmo comparativo anual de agosto, a quantidade ofertada aumentou 5,8% no atacado da CeasaMinas, passando de 6,8 mil toneladas para 7,2 mil t.

Já quando se considera o período de julho deste ano em relação ao mesmo mês de 2016, a redução no preço foi de 68,5%. A alta na oferta nesse período foi de 29,7%, passando de 13,4 mil toneladas para 17,4 t.

O consumidor deve, portanto, ficar atento para fazer economia. Para se ter uma ideia, em maio do ano passado, o preço médio do saco de 50 quilos foi de R$ 147,5 no atacado, frente a R$ 37,5, cotados neste mês de agosto.

Estímulo ao cultivo

terça-feira, 27 de junho de 2017

Conheça os benefícios que o consumo da batata traz à saúde

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Difícil encontrar quem não goste de batata nas suas diversas variações. Desde que ela foi descoberta pelos espanhóis na América Central, esse tubérculo caiu no gosto popular e hoje é ingrediente de vários pratos, seja como elemento principal ou como acompanhante, na forma de purês, em ensopados, assada, cozida ou simplesmente frita.

Apesar de ser rica em carboidratos, a batata possui baixa quantidade de gordura e contém vitaminas do complexo B (a mais abundante é a B6) e vitamina C, além de ferro, potássio, cálcio, grande quantidade de fósforo e amido. 

E ao contrário do que muitos pensam, esse legume pode ser um grande aliado para quem faz dieta de redução de peso – desde que devidamente preparada. Quando cozida, 100 gramas de batata oferecem apenas 52 calorias. Já quando ela é frita, a mesma porção sobe para 267 calorias. O que engorda são os outros ingredientes que acompanham muitas receitas, como manteiga, creme de leite, queijo e outros alimentos.


BENEFÍCIOS


O consumo de batata traz inúmeros benefícios à saúde, desde a prevenção de problemas intestinais até a redução de pressão arterial e os níveis de estresse no organismo. E ainda tem mais:

    1- Suas fibras ajudam a prevenir a prisão de ventre ao aumentar o volume das fezes. Isto ajuda a prevenir a constipação, diminui o colesterol e previne o câncer de cólon. Ajudam ainda mantêm os níveis de açúcar no sangue dentro do seu padrão normal, retardando a absorção de amido no intestino.

    2- A alta concentração de vitamina B6 aumenta as reações químicas naturais, promovendo assim a saúde alimentar, melhorando a transmissão de estímulos nervosos no cérebro. A vitamina B6 ainda ajuda na quebra do glicogênio, aumentando o desempenho atlético e a resistência do organismo.

    3- A batata ainda pode ser usada de forma externa. O seu sumo alcalino neutraliza o ácido estomacal e ajuda a aliviar a má disposição, e até úlceras. Fatias de batatas quentes podem ser aplicadas externamente para ajudar a aliviar dores musculares e melhorar a circulação. Quando cruas, ajudam a reduzir comichões e inflamações da pele.

PRODUÇÃO

Por estas e outras é que a batata é o quarto alimento mais consumido no mundo todo, ficando atrás apenas do arroz, trigo e milho. No Brasil, o consumo per capita fica em torno de 15 kg/ano, segundo a Associação Brasileira de Batata. No ranking mundial de produtores de batata, o país ocupa a 20ª posição, sendo que a China, Índia e Rússia ocupam – respectivamente – o três primeiros lugares.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Batata doce emagrece!


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Aproveite que em boa parte do Brasil os preços do legume está abaixando. Em Santa Catarina, o quilo da batata doce está custando R$ 0,77; em Goiás R$ 83. E nas outras centrais de abastecimento: R$ 1,45 (Ceagesp),  R$ 1.10 (RJ). R$ 2,25 (MG) e R$ 1 (ES), por exemplo.

Se você está tentando perder peso cortando calorias, adicionar batata doce à sua dieta pode te ajudar a conseguir mais nutrição. Embora uma batata doce contenha apenas cerca de 112 calorias, nenhuma delas de gordura, ela tem 2 gramas de proteína e mais de 100% da sua quantidade diária recomendada de vitamina A, um nutriente que ajuda seus olhos, ossos e sistema imune a ficarem saudáveis.

Ela também te oferece pequenas quantidades de vitamina C, B-6 e ácido fólico. Seu conteúdo mineral também é benéfico. Ela oferece cerca de 20% da sua ingestão diária recomendada de ferro, 20% de fósforo e 10% ou mais de zinco, magnésio e cálcio. No entanto, como qualquer alimento que contenha calorias, a batata doce engorda apenas se você comer uma quantidade abusiva dela no dia.

Fibra

A Academia de Nutrição e Dietética recomenda que homens ingiram 38 gramas de fibras por dia e mulheres 25 gramas. Uma batata doce média oferece 4 gramas de fibra, mais do que uma tigela de aveia, que contém cerca de 3. Comer bastantes fibras ajuda a manter seu colesterol baixo, te protege de doenças cardiovasculares e regula seu açúcar no sangue, mas também ajuda na perda de peso. Alimentos ricos em fibras, como batata doce, te faz se sentir satisfeito após comer, mantendo seu apetite satisfeito por períodos mais longos. É por isso que podemos, de alguma forma, dizer que batata doce emagrece. 

Carboidratos

Cada xícara de batata doce te oferece 28 gramas de carboidratos complexos, de acordo com o Departamento de Agricultura. Pode-se pensar que a batata doce engorda por isso, mas por ter poucas calorias, carboidratos de lenta absorção e muitos nutrientes, a batata doce emagrece te fornecendo energia extra e te fazendo queimar mais calorias entre as refeições. O conteúdo de carboidratos ajuda seu cérebro a produzir glicose, o que pode te manter alerta e enérgico, evitando a letargia que geralmente acompanha regimes de perda de peso.

Índice Glicêmico Baixo

Batata doce tem um índice glicêmico baixo, o que significa que ela não causa picos de níveis de açúcar no sangue. Dietas que incluem batata doce e outros alimentos que têm um índice glicêmico baixo ajudam na perda de peso. O índice glicêmico baixo da batata doce frequentemente estabiliza os níveis de açúcar no sangue e os mantém saudáveis. Manter níveis de açúcar no sangue saudáveis inibe a concentração de gordura abdominal. Isso porque níveis de açúcar no sangue instáveis geralmente levam a resistência à insulina, um precursor da obesidade.

Emagrecendo pela água

Finalmente, a batata doce emagrece também devido à grande quantidade de água encontrada em seu composto. Com a exceção de ossos e gordura, seu corpo é composto quase que primariamente de água, e assim não é surpresa que ele responda de forma favorável quando você come alimentos que contêm grandes quantidades de água. Como as fibras, a água ocupa muito espaço no seu estômago. Assim, comer alimentos que contêm bastante água como a batata doce te fará se sentir satisfeito e irá prevenir que você coma demais e que coma entre refeições. Isso ajudará tanto com suas metas de perda de peso quanto prevenindo que você ganhe peso novamente.

Batata docer rosada

Nos Estados Unidos, batatas doces geralmente têm uma coloração amarela ou laranja, mas na Ásia, batatas doces roxas são comuns, inclusive principalmente aqui no Brasil. Elas contém compostos chamados antocianinas, que possuem propriedades antioxidantes poderosas. Pesquisadores estudaram os efeitos da batata doce roxa nos adipócitos, ou células de gordura, em 2011. Eles descobriram que o extrato causava uma diminuição na secreção de leptina, um hormônio que tem um papel no controle do metabolismo de gordura, indicando que a batata doce roxa pode promover perda de peso e prevenir obesidade.

Versatilidade

Batata doce é versátil e pode ser usada no lugar de alimentos mais calóricos. Adicione batata doce a uma sopa ou cozido para engrossá-lo naturalmente sem adicionar cremes ricos em gordura. Adicione a pães para comer algo doce que não é cheio de gordura e calorias. Ela pode substituir a porção de amido da sua refeição como um substituto de poucas calorias e muitos nutrientes para batatas, macarrão ou arroz.

Cuidados ao escolher e guardar

Procure por batatas pequenas ou médias, com casca macia e sem marcas. Evite qualquer uma com uma “barba” branca, um sinal de que a batata está madura demais e provavelmente está dura. Embora batatas doces pareçam duras, elas são frágeis e estragam facilmente. Um corte ou marca na superfície se espalha rapidamente, estragando a batata toda. Não coloque-as na geladeira, isso acelera a deterioração.

Dicas de Preparo e de Servir

Para cozinhar batatas doces, faça sem descascá-las. Deixar a casca intacta previne a perda excessiva de nutrientes preciosos e “prende” sua doçura natural. A variedade seca e amarela pode ser usada em qualquer receita que use batatas normais. As variedades mais escuras e mais doces são tipicamente assadas ou cozidas. Tente também amassá-las, colocar em um suflê ou fazer uma torta. Não coloque açúcar, pois como em qualquer alimento, a batata doce engorda quando se adiciona muitas calorias desnecessárias através do açúcar.

Fonte Mundo da Boa Forma

Veja os produtos que estão em baixa

Maracujá azedo e batata doce rosada estão mais em conta esta semana. Faça a lista da feira.

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Semanalmente a CEAGESP (Companhia de Entreposto e Armazéns Gerais de São Paulo) prepara uma lista com produtos com os preços no atacado em baixa, estáveis ou em alta, para você se alimentar bem e economizar mais. Confira a lista dos produtos:

PRODUTOS COM PREÇOS EM BAIXA

Melancia, tangerina cravo, abacaxi pérola, maracujá azedo, caqui rama-forte, abacate geada, goiaba branca, goiaba vermelha, figo roxo, limão taiti, pepino comum, pimenta cambuci, pimenta vermelha (dedo de moça), chuchu, batata doce rosada, abóbora paulista, beterraba, abóbora moranga, acelga, coentro, salsa, beterraba com folha, erva doce, espinafre, alho porró, repolho verde, repolho roxo, nabo, cebolinha, milho verde, rúcula, chicória, alfaces, alho chinês, cebola nacional e canjica.

PRODUTOS COM PREÇOS ESTÁVEIS

Mamão formosa, tangerina poncam, maçã gala, maçã importada, pera importada, caqui guiombo, laranja lima, abacate avocado, melão amarelo, banana nanica, pinha, carambola, manga palmer, caju, acerola, quiabo, pimentão vermelho, pimentão amarelo, cenoura, berinjela, abobrinha brasileira, pepino caipira, jiló redondo, abóbora japonesa, abóbora seca, mandioca, cenoura com folha, couve manteiga e batata lavada.

PRODUTOS COM PREÇOS EM ALTA

Caju, uva rosada, mamão papaya, manga tommy, morango, melancia, lima da pérsia, uva thompson, maçã nacional, laranja pera, tomate, abobrinha italiana, batata doce amarela, ervilha torta, mandioquinha, rabanete, brócolos comum, brócolos ninja, couve-flor, e ovo branco.

quinta-feira, 30 de março de 2017

Brasileiro está comendo menos batata

Dietas malucas e um excesso de cuidados está levando muita gente a deixar de se alimentar direito. A demanda está caindo. Em dois estados o preço por quilo está abaixo de R$ 1.

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A batata salvou a europa da fome durante as duas grandes guerras mundiais, por conta de ser um alimento dos mais nutritivos. E até hoje é o grande destaque em muitos países, inclusive até no Alaska. Mas, por culpa de dietas absurdas que andam mexendo com a cabeça das pessoas, muita gente no Brasil está deixando de comer o alimento. Ele, ao que parece, foi colocado na galeria dos vilões. Por conta dessa situação, o campo está produzindo mais e as centrais de abastecimento vendendo menos. 

O quilo da batata nos estados de Santa Catarina e do Paraná está custando R$ 0,80 e R$ 0,90, respectivamente. Sãos os preços mais baixos de todas as 22 centrais de alimentos brasileiras pesquisadas pelo Blog CeasaCompras.  Em Goiás está por R$ 1,20; Minas Gerais R$ 1,60, Espírito Santo (R$ 1,55); Rio de Janeiro (R$ 1,40) e São Paulo, na Ceagesp (R$ 1,66). 

Há duas semanas, o programa Globo Rural mostrou o aumento da produção de batatas em Minas Gerais, que representa 32% da produção nacional.  Só na localidade de Perdizes, no Alto Parnaíba, são 240 mil toneladas do alimento.  Está havendo, portanto, um aumento de 460 para 750 sacas de 50 kg por hectare.  A batata de Minas é vendida em Goiás, São Paulo e Brasília.  O produior mineiro está vendendo a R$ 40 a saca, depois de ter vendido entre R$ 70 e R$ 120 no ano passado.

De acordo com os produtores, o bom clima está ajudando na produção de batatas que tem o seu auge nos meses de fevereiro, agosto, setembro, outubro e dezembro. Mais batata menos preços altos para o consumidor. Nesta terça-feira, a saca de batata estava sendo vendida na Ceasa Grande Rio, depdendo da sua classificação, entre R$ 30 e R$ 85.

Tabela nutricional

A Semana Santa está chegando e com ela as apostas dos produtores rurais que acreditam em maior procura pelo legume. Mas não só por isso é que deveríamos comer mais batatas, alimento muito importante também para crianças.  O seu valor nutricional  é vasto, por 100 gramas, como vamos mostrar: Potásio (mg) 394; Calcio (mg) 11; Fósforo (mg) 56; Valor energético (Kcal) 85; Tiamina (mg) 45; Aminoácio (mg) 13 e Glicídio (mg) 19.

Conheça a terceira maior fonte de alimento do mundo

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A batata é considerada a terceira maior fonte de alimento para a humanidade, apenas superada pelo arroz e pelo trigo. É originária da América do Sul, apesar de ser popularmente referida como batata inglesa. No Brasil, a região centro-sul responde por mais de 90% da produção anual. A espécie Solanum tuberosum a de maior interesse econômico. A parte utilizada são as raízes tuberosas. A parte aérea da planta atinge cerca de 50 a 60 cm de altura. As raízes são superficiais, longas e delicadas, concentrando-se entre a superfície do solo e a profundidade de 10 cm.

Como Comprar

Devem estar lisas, firmes, sem manchas esverdeadas e livres de brotos. As batatas esverdeadas e as que estão com brotos nunca devem ser consumidas, pois causam cólicas, gastrite e disenteria.

Como Conservar

Em local arejado e fresco, à temperatura ambiente, conserva-se por até 30 dias.Para períodos mais longos, é necessário dispor de ambientes com temperatura entre 6 e 10° C e elevada umidade relativa do ar (85 a 95%). Neste caso, pode ser armazenada por até oito meses.

Como Consumir

Sirva batatas assadas como alternativa para um jantar rápido. Ponha uma variedade de acompanhamentos como: queijo, molho pronto para salada, pimentão ou cebola picados, etc.

Dicas

Para conservar a brancura, cubra as batatas descascadas com água fria por um tempo antes de levá-las ao fogo.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Ceasa do Rio vende batata a centavos o quilo

Por Jorge Seraphini (jorgeseraphini@gmail.com)

Quem gosta de usar batata para tudo, essa é uma boa alternativa para a cozinha do dia a dia. Mas, cuidado com os roubos praticados em relação ao preço final do produto.

                
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A batata, lisa ou comum, tiveram suas vendas na Ceasa do Rio de Janeiro sendo negociadas a centavos, o quilo. Os comerciantes não sabem até quando esses preços irão permanecer, mas só sabem que  será uma grande ajuda ao consumidor final. Uma economia e tanto, se considerarmos assim. Mas é bom avisar aos supermercados e os chamados "sacolões", que estão vendendo o produto a quase R$ 3 o quilo. Absurdo, para não dizermos outra coisa.

Por exemplo, na listagem desta terça-feira, distribuída pela diretoria técnica da Ceasa Grande Rio, a saca de 50 kg da batata inglesa comum tinha o preço variando entre R$ 10 e R4 35, dependendo do tamanho e da classificação do produto; já a saca de 50 kg da batata lisa, também dependendo da classificação, variava entre R$ 20 e R$ 45. O que resulta em centavos por quilo. 

Outro destaque que podemos passar é sobre o preço da caixa de 20 kg do nabo, que estava sendo negociada a R$ 15. A abobrinha menina, caixa de 20 kg, era negociada a R$ 15. Uma distância em relação aos preços dos outros tipos de abóbora (baiana, branca, japonesa, pescoço, sergipana e híbrida), cujo valor por quilo vaiava entre R$ 2 e R$ 3, numa alta expressiva em torno de 50%.

A cebola nacional exibe preço relativamente baixo, pois a saca de 20 kg era negociada a R$ 25 apenas. A do tomate sofreu uma alta em apenas dois dias, saltando de R$ 25 para R$ 30, a caixa com 22 kg.  Em outros aspectos, a cenoura continua com preço estável, caixa de 18 kg a R$ 25.

As caixas do Chuchu, de 20 kg, eram negociadas a R$ 15; do pimentão verde, caixa de 10 kg, a R$ 15; da berinjela, caixa de 10 kg, a R$ 15. A saca com 100 espigas de milho verde estava sendo vendida a R$ 15.

Para encerrar essa parte, também fomos ver os preços do alho importado e do nacional, que se mantiveram estáveis: o alho roxo chinês, caixa com 10 kg, negociado a R$ 130; do alho branco da mesma procedência, R$ 140. No caxo do alho nacional: o branco estava custando R$ 150, e o roxo R$ 155.

FRUTAS

Das frutas, destacamos os preços da laranja, quando a caixa de 25 kg estava sendo negociada a R$ 22. Ou seja, o quilo sendo vendido a centavos.  A caixa, com 26 kg, do limão tahiti também apresentava preço lá embaixo, a R$ 35. 
 E uma coisa interessante era em relação à melancia, que estava sendo vendida a R$ 1,30 o quilo da grande, e R$ 0,50 o quilo da pequena. O morango, com 4 bandejas, ainda em preço baixo: R$ 8.