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sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Absurdo dos preços das frutas nos supermercados







         

       

Quem deu um passeio nesta quinta-feira (17/10) em uma loja das maiores redes de supermercados do Rio, o Mundial, tomou um susto danado ao ver os preços das frutas. Parecia até que a inflação tivesse disparado e o consumidor não chegou a ser avisado, para poder se prevenir.

O quilo da banana prata era vendido por R$ 5,15; da banana d'água a R$ 4,95, o kg; laranja pêra a R$ 3,45 o kg; a laranja seleta por R$ 2,98; e a unidade do mamão papaya custava R$ 2,55.  Preços cobrados também por "sacolões" e hortifrutis.

Nossa equipe do CeasaCompras foi até a Ceasa do Irajá, bairro da Zona Norte carioca, para ver o que estava acontecendo realmente, e teve surpresas ao ver os preços saindo no atacado.  Veja só:

A caixa com 20 dúzias da banana prata era negociada por R$ 50;  a da banana d'água, por R$ 45;
A caixa com 22 kg da laranja pêra era negociada por R$ 30; a da laranja seleta, caixa com 27 kg, por R$ 45; a da laranja lima, com o mesmo peso, a R$ 35;
No caso do mamão papaya, a caixa com 6 unidades da fruta estava custando apenas R$ 12.



quarta-feira, 28 de agosto de 2019

São Paulo tem 36 alimentos com preços menores na Ceagesp







   



Semanalmente, a CEAGESP (Companhia de Entreposto e Armazéns Gerais de São Paulo) prepara uma lista com produtos com os preços no atacado em baixa, estáveis ou em alta, para você se alimentar bem e economizar mais. Confira a lista dos produtos:

PRODUTOS COM PREÇOS EM BAIXA
Manga tommy, laranja lima, pinha, limão taiti, laranja pera, goiaba vermelha, goiaba branca, coco verde, tomate, berinjela, pepino comum, beterraba, pimentão verde, batata doce rosada, abóbora moranga, abobrinha italiana, mandioca, salsa, repolho verde, cebolinha, couve manteiga, alface lisa, alface crespa, alface americana, agrião, brócolis ninja, espinafre, coentro, rabanete, acelga, nabo, manjericão, coco seco, alho chinês e canjica.

PRODUTOS COM PREÇOS ESTÁVEIS
Morango, tangerina murcot, manga palmer, banana prata, banana nanica, maracujá azedo, melão amarelo, abacate margarida, mexerica rio, pera importada, maracujá doce, figo roxo, carambola, uva itália, cenoura, pimentão amarelo, abobrinha brasileira, abóbora seca, abóbora japonesa, cará, abóbora paulista, repolho roxo, cenoura com folha, beterraba com folha, batata lavada e alho nacional.

PRODUTOS COM PREÇOS EM ALTA
Tangerina poncam, melancia, uva niágara, manga hadem, mamão papaya, mamão formosa, abacate quintal, caju, maçã fuji, maçã importada, chuchu, pimentão vermelho, mandioquinha, pepino caipira, pepino japonês, vagem macarrão, quiabo, brócolis comum, salsão, alho argentino, batata asterix e cebola nacional.

sábado, 18 de maio de 2019

Abacate está muito barato em Minas Gerais

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Fruto, que vive uma onda na gastronomia mundial, atinge menor preço desde 2016 na comercialização na Ceasa mineira.
   
Utilizado em pratos salgados, doces e até na forma de azeite, ele tem sido uma das frutas   que mais têm despertado a atenção dos consumidores nos últimos anos. Trata-se do abacate, que está em plena safra na CeasaMinas, trazendo preços favoráveis ao consumidor. Para se ter uma ideia, o preço médio da fruta em abril foi de R$ 1,50/kg, o menor valor para o mês desde 2016 (R$ 1,44/kg), no atacado do entreposto de Contagem. Nestes primeiros dias de maio (1 a 13), o valor cedeu ainda mais, alcançando R$ 1,39/kg.

De acordo com Onofre Carlos de Medeiros, representante das Fazendas Klem, do município de Luisburgo (MG), a grande entrada de abacates nesta safra está na contramão da tendência em relação ao ano passado. "Normalmente, quando um pé de abacate produz bem em um ano, como foi em 2018, o normal é ele produzir menos no próximo. Se um abacateiro rende 30 caixas em um ano, no outro vai gerar dez", afirma.

Embora a produção prevista para este ano seja menor, ele afirma que está trazendo mais mercadorias. Isso porque está havendo, conforme ele explica, uma antecipação da entrada de abacates no mercado. "Em 2018, tivemos muita chuva e calor nas regiões produtoras, o que gerou uma espécie de efeito estufa, acelerando a maturação dos frutos. Como resultado, o volume de abacate que planejávamos trazer em 12 meses vai ser escoado em no máximo dez", ressalta.

Desse modo, enquanto no mesmo período de 2018, Medeiros trazia 200 caixas por dia de mercado, agora são 450 embalagens. "O fruto que deveria chegar ao entreposto em novembro e dezembro, já está pronto para ser colhido no campo", ressalta.

Além de preços mais baixos, o lado bom para o consumidor é poder encontrar nesta safra frutos maiores e mais saborosos, justamente por conta do amadurecimento acelerado.

Aos produtores, resta o desafio de lidar com esse cenário sem perder a rentabilidade. Nas Fazenda Klem, uma das apostas é o processamento de parte da produção, na forma de azeite de abacate e até de cosméticos. "Já foram comprados os equipamentos, e a ideia é aproveitar principalmente aqueles frutos não comercializados, por não atenderem a algum padrão comercial de tamanho ou formato", explica Medeiros.

Rentabilidade e boa demanda

O agricultor Luís Otávio Amorim Chavier, do município de Carmópolis de Minas (MG), diz que é possível garantir alguma rentabilidade, apesar dos preços baixos. A caixa de 18 quilos dele era comercializada entre R$ 25 e R$ 30, no último dia 10/5, no Mercado Livre do Produtor de Contagem (MLP). "Meu custo entre a produção e a comercialização fica em R$ 15/caixa".

O produtor também afirma que tem trazido mais mercadorias neste ano. "No mesmo período do ano passado, estava trazendo de 300 a 400 embalagens por semana. Agora, neste ano, são 700 por semana".

Ele acredita que o aumento da oferta é, ao mesmo tempo, um reflexo da entrada de novos produtores no cultivo da fruta, atraídos pelo apelo mercadológico. Divulgações na mídia a respeito dos benefícios nutricionais despertam cada vez mais a atenção do público. "Tenho clientes que há quatro anos vinham aqui e compravam dez caixas. Hoje levam 50", comemora Chavier.

Sudeste lidera produção

A região Sudeste se destaca como a maior produtora de abacates do país, sendo responsável por 81% das 195,5 mil toneladas colhidas em 2016, de acordo com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

São Paulo é o principal produtor brasileiro, com 103 mil toneladas colhidas em 2016, seguido por Minas Gerais (52 mil t) e Paraná (19 mil t). Os cultivos paulistas e mineiros se destacam ainda pelo crescimento constante nos últimos anos. Em 2010, por exemplo, a produção paulista era de 83 mil toneladas, e a mineira, de 28,5 mil t.

O crescimento da produção teve como consequência a elevação da oferta dentro do entreposto de Contagem, conforme dados do Departamento Técnico da CeasaMinas. Entre 2015 e 2018, houve uma elevação de 44% no volume de abacates, de 5,6 mil toneladas para 8,1 mil t.

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Veja benefícios dos alimentos que estão em safra no mês de maio

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Os alimentos ( frutas, legumes, verduras e pescados) que estão em sua melhor época para compra e consumo, desta forma você pode organizar a feira da semana e conseguir um preço baixo, além da máxima de qualidade nos produtos que consome. Confira uma lista com os benefícios à saúde de cada fruta sazonal do mês de maio: 

FRUTAS

- Abacate Fortuna/Quintal e Avocado: auxilia na entrada de nutrientes durante as refeições, destaque para o Avocado que tem menor concentração de calorias do que o Abacate Fortuna/Quintal.

- Atemoia: pertence à família Annonaceae e por conta disto é bem parecida com a fruta do conde ou araticum, mas possuem aromas e texturas bem diferentes. Atemoia possuem grandes quantidades de açúcar natural, sendo excelente para fazer sucos. 

- Caqui: Rico em vitamina E e em sais minerais como Ferro e Fósforo, cada um destes são responsáveis por defender e realizar a manutenção que o nosso organismo precisa.

- Jaca: fonte de diversões nutrientes, em principal carboidratos e fibras que dão energia e ajudam no bom funcionamento do organismo.

- Mamão Formosa: Possui grandes quantidades de fibras que auxilia no funcionamento do intestino, vale lembrar que este tipo de mamão pode estragar com muita facilidade então fique atento.

- Pera Willians: contém um fibra chamada pectina que ao entrar no organismo se transforma em um gel que libera aos poucos glicose na corrente sanguínea, ideal para diabéticos. 

- Pêssego Americano: seu maior destaque é quantidade de água que pode chegar a cerca de 89,3%, sendo um fruta tão refrescante recomenda-se à mulheres que estejam passando pela menopausa.

- Quincan: mesmo sendo uma fruta pequena possui grande nutrientes, entre seus benefícios estão a limoneno e pineco substancias que ajudar no tratamento de pedra na vesícula.

- Tangerina Poncam: Rica em vitaminas B1 e B2 que ajuda na saúde dos nervo, olhos, fígado e boca.

- Uva Reb Globe: uma excelente pedida para as gravidas pois seu consumo fornece mais energia para o dia e previne o cansaço.

VERDURAS

 - Acelga: Este aqui é o coringa da cozinha, pois vai muito bem em quase todos os tipos de pratos, por exemplo: refogado, na salada, ao molho e até mesmo à milanesa.

- Alho Poró: Aqui você pode aproveitar literalmente tudo, deste de a raiz até as folhas. Exemplos de pratos: Risoto, pesto e Gratin.

- Cebolinha: Alguns amam ao ponto de não conseguir fazer um prato se não tiver, mas outros não tem o costume de usar e nem preferem usa-la. Bem para aqueles que amam vou dar dicas que os inspire a querer utilizar ainda mais, e você que não curte tanto vai aprender a dar uma chance, exemplos de pratos: Legumes cozidos ou crus, molhos frescos, sopas, grão, queijos e o bom e velho omelete.

- Repolho Verde: Não, salada não é o único prato que dá para fazer com repolho verde. Vamos aos exemplos: repolho recheado, rolinho de repolho com avelã, salada de repolho com maionese, salada de repolho com escarola e laranja, qualquer carne com repolho, torta de repolho e macarrão com repolho e cenoura.

Veja outros alimentos:

LEGUMES

Abóbora Paulista
Abóbora Seca
Abobrinha Brasileira
Batata Doce Amarela
Batata Yacon
Berinjela Conserva
Cará
Chuchu
Ervilha Comum
Inhame
Jiló
Mandioca
Mandioquinha
Pepino Comum

PESCADOS

ABadejo
Camarão Cativeiro
Cavalinha
Chiova
Conglio
Lambari
Parati
Sardinha Fresca

sábado, 11 de maio de 2019

CeasaMinas: Hortigranjeiros ficam 3,2% mais baratos em abril

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Como dicas de consumo, vale aproveitar também os bons preços de berinjela, pepino, inhame, mandioca, goiaba, maçã brasileira e uva niágara. Preços dos ovos vão baixar ainda mais.   

Os hortigranjeiros ficaram, em média, 3,2% mais baratos em abril no comparativo com março, no atacado do entreposto de Contagem da CeasaMinas. No setor de hortaliças (legumes e verduras), alguns dos produtos que mais contribuíram para a queda de preço foram a abobrinha italiana (-21%) e a cenoura (-9,4%). Entre as frutas, alguns dos destaques foram a tangerina ponkan (-36,6%) e o abacate (-16,7%). O consumidor deve ficar atento porque a expectativa é de novas reduções de preço a partir deste mês de maio.

Conforme explica o chefe da Seção de Informações de Mercado da CeasaMinas, Ricardo Fernandes Martins, o preço médio verificado em abril, apesar da queda, não pode ser considerado baixo. A redução, segundo ele, se deu mais em razão de a base de comparação ter apresentado valores bem mais altos. Ainda assim, ele pontua alguns fatores que contribuíram para o preço ter cedido, a exemplo da redução de chuvas e temperaturas mais amenas, com o consequente consumo menor de vários produtos.

No setor das hortaliças, contribuíram também para redução do preço a moranga híbrida (-16,1%); a beterraba (-9,3%) e o repolho (-4,8%). O chuchu, apesar da queda de 62,8%, permanece com preço alto.

Das hortaliças que ficaram mais caras, os destaques foram o tomate (34,6%); o quiabo (16,8%); o pimentão (10,8%); a batata (3,5%); a couve-flor (3%) e a cebola (1,8%). No entanto, vale lembrar que a melhoria das condições climáticas tende a reduzir o preço do tomate. Já a cebola deve manter preços firmes até junho, a partir de quando deve cair de preço.

Frutas

As frutas que mais influenciaram a redução de preço foram o mamão formosa (-29,5%); o mamão havaí (-23,4%); a banana-nanica (-18,8%); a manga (-9,6%) e a laranja-pera (-8,2%).

No sentido inverso, ficaram mais caros o morango (46,5%); a melancia (17,4%); o limão tahiti (10,6%); a banana-prata (5,7%) e o abacaxi (3,2%).

Ovos

Os ovos ficaram, em média, 1,3% mais caros em abril. Entretanto, passada a Quaresma, época dos preços mais altos para os ovos, já se observou a retração dos valores no entreposto. A previsão é de novas reduções ao longo do mês, favorecendo ainda mais o consumidor.

Índice CEAGESP: preços dos alimentos recuam 1,28% em abril

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A média de preços na maior central de abastecimento da América Latina vinha numa sequência de altas: 7,75% (fevereiro) e 3,49% (março). A tendência para os próximos meses é de elevação do volume comercializado, melhora acentuada da qualidade e redução dos preços praticados.

Em abril, o setor de frutas recuou 0,26%. As principais quedas foram nos preços do maracujá doce (-39,2%), da laranja lima (-30,2%), do mamão formosa (-25,2%), do mamão papaya (-21,1%) e da manga tommy (-20%). As principais altas ocorreram com a melancia (32,5%), com a jaca (25,7%), com a banana prata (19,9%), com o morango (14,4%) e com o melão amarelo (13%).

O setor de legumes registrou queda de 3,64%. As principais baixas ocorreram com a ervilha torta (-47,5%), com o pepino caipira (-31,4%), com o chuchu (-29,9%), com o pepino japonês (-27,8%) e com a abobrinha italiana (-19%). As principais altas foram registradas no pimentão vermelho (42,8%), no pimentão amarelo (24,2%), na pimenta Cambuci (21,9%), no tomate (20,2%) e na mandioca (5,8%).

O setor de verduras caiu 13,28%. As principais baixas foram do coentro (-49,8%), da alface crespa (-35,4%), da alface lisa (-28,6%), da alface americana (-27,6%) e da escarola (-25,6%). As principais altas foram da salsa (46,4%), do repolho (25,1%), do salsão (10,7%) e da hortelã (9,7%).

O setor de diversos apresentou elevação de 1,64%. As principais altas ficaram por conta do amendoim com casca (23,3%), da batata lisa (22,5%), dos ovos brancos (3,1%) e do alho (3,5%). As principais quedas do setor foram da batata comum (-7,5%) e do coco seco (-1,9%).

O setor de pescados teve alta de 5,95% refletindo a maior procura em razão da semana santa. As principais elevações foram da sardinha (30,3%), da corvina (13%), do salmão (11,7%), da tilápia (10,9%) e da anchova (10,1%). As principais quedas foram da pescada maria mole (-10,5%) e da pescada goete (-4,3%).

- Tendência do Índice

Indicador acumula alta de 8,73% no ano e 11,03% nos últimos 12 meses.

O Índice de preços da CEAGESP encerrou o mês de abril com retração de 1,28% nos preços praticados. Apesar da queda, o indicador acumula forte alta no ano, reflexo dos problemas climáticos como o excesso de chuvas e as altas temperaturas registradas durante todo o primeiro trimestre.

Esta queda em abril, mesmo tímida, sinaliza a tendência para os próximos meses, época de temperaturas mais amenas, pouca incidência de chuvas e demanda retraída, ou seja, condições favoráveis para a redução dos preços praticados.

Ainda refletindo os graves problemas enfrentados pelos produtores rurais nos primeiros 3 meses do ano, a qualidade e quantidade de alguns produtos continuam bastante prejudicadas. Assim, a retração dos preços e o retorno aos patamares habituais deverão ocorrer gradativamente, dependendo do tempo de produção de cada cultura.

O volume comercializado no entreposto de São Paulo totalizou 1.054.832 toneladas no primeiro quadrimestre de 2019 ante 1.099.374 toneladas negociadas no mesmo período de 2018. Queda de 4,09% ou 44.542 toneladas nos 4 primeiros meses do ano.

sexta-feira, 26 de abril de 2019

São Paulo tem 26 alimentos mais em conta

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Outros 23 produtos continuam com os preços estáveis na maior central de abastecimento da América Latina.

Semanalmente, a CEAGESP (Companhia de Entreposto e Armazéns Gerais de São Paulo) prepara uma lista com produtos com os preços no atacado em baixa, estáveis ou em alta, para você se alimentar bem e economizar mais. Confira a lista dos produtos:

PRODUTOS COM PREÇOS EM BAIXA
Laranja Lima, Caqui Guiombo, Manga Tommy, Tangerina Poncam, Abacate Fortuna, Caqui Rama Forte, Abacate Quintal, Limão Taiti, Goiaba Vermelha, Goiaba Branca, Coco Verde, Chuchu, Batata Doce Rosada, Pepino Caipira, Pepino Comum, Abóbora Paulista, Abóbora Moranga, Berinjela, Mandioca, Coentro, Acelga, Nabo, Milho Verde, Manjericão, Alho Argentino e Canjica.

PRODUTOS COM PREÇOS ESTÁVEIS
Melancia, Laranja Pera, Mamão Papaya, Mamão Formosa, Melão Amarelo, Mexerica Rio, Caqui Fuyu, Laranja Lima, Carambola, Uva Niágara, Laranja Seleta, Banana Prata, Uva Itália, Pimentão Verde, Abóbora Japonesa, Cará, Abóbora Seca, Salsa, Couve Manteiga, Brócolos Ninja, Cenoura C/ Folha, Beterraba C/ folha e Coco Seco.

PRODUTOS COM PREÇOS EM ALTA
Abacaxi Pérola, Banana Nanica, Maçã Fuji, Maçã Importada, Pera Importada, Pimentão Vermelho/Amarelo, Abobrinha Italiana/Brasileira, Tomate, Inhame, Mandioquinha, Beterraba, Cenoura, Vagem Macarrão, Quiabo, Espinafre, Rabanete, Agrião, Repolho Verde, Brócolos Comum, Repolho Roxo, Salsão, Cebola Roxa, Alho Nacional e Batata Lavada.

segunda-feira, 22 de abril de 2019

Preço do tomate dispara no país

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O produto, que já foi vilão dos preços várias vezes, pode atingir valores históricos em abril. Custo do quilo do fruto subiu em todos os mercados atacadistas analisados em março pela Conab. Chuva e calor provocaram descarte no campo, diminuindo oferta.

Os preços do tomate estão em disparada. Em março, pelo segundo mês consecutivo, o custo médio do quilo do fruto subiu em todos os mercados atacadistas analisados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). E dados preliminares indicam que, em abril, os valores podem superar recordes da última década.

A escalada acontece por causa das chuvas e de uma área plantada menor do que no ano passado.

Segundo o último boletim divulgado pelo órgão, de fevereiro para março, o preço do tomate em centrais de abastecimento chegou a aumentar 88,6% em Goiás, maior região produtora do país, a R$ 5,12 o quilo. Em Pernambuco, estado que sofreu o menor impacto, a alta foi de 14,9%, a R$ 3,30.

O relatório considera oito centrais que são responsáveis pela venda de 60% a 70% de todo o alimento comercializado no país, e leva em conta a média ponderada dos preços de todas as variedades de tomate ofertadas.

Os preços também subiram para o consumidor final, apontou o IBGE, em março. O valor médio do tomate aumentou 31,84% em todo o país, a maior alta entre os alimentos. O G1 registrou queixas de consumidores em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Pernambuco, entre outros.

Perto do recorde

Outro banco de dados da Conab aponta que, em abril, os preços do tomate podem continuar subindo a patamares históricos, acima dos vistos em meados de 2015, quando o produto foi considerado o "vilão da inflação".

    Na Ceagesp de São Paulo, o pico do preço médio do quilo do tomate mais vendido (e não a média ponderada de todas as variedades) nos últimos 10 anos havia sido registrado em maio de 2015, quando foi a R$ 5,58. Nos primeiros 15 dias de abril, o preço chegou a R$ 6,70.

Em todo o mês de março, tinha sido de R$ 5,31.

No Rio de Janeiro, o preço na primeira quinzena de abril marcou R$ 4,43, contra R$ 3,08 em março e R$ 4,55 no pico, em maio de 2015. Em Goiás o preço nos primeiros 15 dias de abril foi de R$ 6,00, contra R$ 3,99 em todo o mês de março e de R$ 5,32 no pico da década, em janeiro de 2016.

Oferta menor, preço maior

A escalada dos preços do tomate é comum no período chuvoso e é consequência direta da menor disponibilidade do fruto nos mercados.

Segundo a Conab, a oferta em fevereiro e março foi cerca de 20% menor do em janeiro.

A redução aconteceu porque o calor e as chuvas no campo fazem com que os frutos fiquem mais perecíveis e manchados, aumentando a quantidade descartada pelos produtores.

"Aliado a isso, os preços pouco atrativos em 2018 fizeram com que os produtores diminuíssem a área plantada, o que significou também menos tomate entrando no mercado", diz a gerente de Modernização do Mercado Hortigranjeiro da Conab, Joyce Rocha Fraga.

quinta-feira, 18 de abril de 2019

Batata encarece almoço da Páscoa

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E olha que os caminhoneiros só ameaçaram com uma greve, mesmo assim o preço da saca da 50 kg alcançou o mesmo valor praticado nas Ceasas durante a paralisação do ano passado.  Alternativa é buscar outros tipos de alimentos mais em conta, como a batata doce, por exemplo, que tem a caixa com 20 kg sendo vendida a R$ 25.

Pode acreditar, o preço da saca de batata inglesa lisa estava sendo negociada na Ceasa do Rio de Janeiro por R$ 220, nesta terça-feira (16/4).  O da batata inglesa comum, aquela mais sujinha, era vendida por R$ 130.  E a saca, também de 50 kg, da Hasterix ( aquela maior que dá para fazer recheada no forno) estava sendo vendida por R$ 190.  A desculpa para a alta de preços foi o período de chuva que atrapalhou a lavoura.

Dois outros ingredientes que acompanham sempre uma bacalhoada, dependendo da receita, o tomate e a cebola também seguiram o mesmo caminho da batata:  a caixa com 22 kg do tomate estava custando R$ 70; a saca de 20 kg da cebola, por R$ 60, a nacional (SC/RS), e a R$ 70, a importada da Argentina.

Uma alternativa é o tomate cereja, um coringa para levantar as receitas com salada: 4 bandejas estão custando R$ 15 no atacado.

A cenoura não se fez de rogada e acompanhou a bandidagem dos preços: a caixa com 18 kg está custando R$ 60.

Outro complemento numa boa mesa de Páscoa, os ovos, estes estão bem mais em conta ainda. Tem supermercado vendendo a cartela com 30 unidades por pouco mais de R$ 8.  No atacadão das Ceasa do Rio, por exemplo, a caixa com 30 dúzias dos ovos brancos era vendida entre R$ 90 e R$ 100; dos ovos vermelhos, a R$ 125.

E 30 dúzias dos ovos de codorna eram negociadas por R$ 45.

Para acompanhar, uma sobremesa saudável é sempre bem recebida. Separamos três frutas para depois do almoço de Páscoa:  a caixa de 8 kg de caqui estava custando R$ 20; o quilo da melancia tava cotado a R$ 1,50; e a caixa com 1 kg do figo verde, a R$ 20.  

Ceagesp tem 23 alimentos mais em conta

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Semanalmente, a CEAGESP (Companhia de Entreposto e Armazéns Gerais de São Paulo) prepara uma lista com produtos com os preços no atacado em baixa, estáveis ou em alta, para você se alimentar bem e economizar mais. Confira a lista dos produtos: 
 
PRODUTOS COM PREÇOS EM BAIXA
Tangerina Poncam, Abacate Fortuna, Caqui Rama Forte, Abacate Quintal, Limão Taiti, Goiaba Vermelha, Goiaba Branca, Melancia, Coco Verde, Chuchu, Batata Doce Rosada, Pepino Caipira, Pepino Comum, Abóbora Paulista, Abóbora Moranga, Berinjela, Mandioca, Coentro, Nabo, Milho Verde, Manjericão, Alho Argentino e Canjica.

PRODUTOS COM PREÇOS ESTÁVEIS
Mexerica Rio, Caqui Fuyu, Caqui Guiombo, Laranja Lima, Carambola, Uva Niágara, Manga Tommy, Laranja Seleta, Banana Prata, Uva Itália, Pimentão Verde, Abóbora Japonesa, Cará, Abóbora Seca, Couve Manteiga, Acelga, Brócolis Ninja, Cenoura C/ Folha, Beterraba C/ folha e Coco Seco. 
 
PRODUTOS COM PREÇOS EM ALTA
Abacaxi Pérola, Banana Nanica, Mamão Papaya, Mamão Formosa, Laranja Pêra, Maçã Fuji, Maçã Importada, Pera Importada, Pimentão Vermelho/Amarelo, Abobrinha Italiana/Brasileira, Tomate, Inhame, Mandioquinha, Beterraba, Cenoura, Vagem Macarrão, Quiabo, Salsa, Espinafre, Rabanete, Agrião, Repolho Verde, Brócolis Comum, Repolho Verde, Repolho Roxo, Salsão, Cebola Roxa, Alho Nacional e Batata Lavada.

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Safra da melancia joga os preços para baixo, mas só no campo

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Quilo da fruta que chegou a R$ 1, agora está em R$ 0,35. Safra era considerada boa no início, mas produtores acabaram com prejuízos. Em compensação, na Califórnia (EUA), vive a maior entressafra, e o quilo da fruta está custando 6 dólares (20 reais). 

"A melancia aqui parece "aguada" em comparação com a brasileira que tem o sabor infinitamente melhor. A maioria das frutas vêm do México que esta mais hostil com os Estados Unidos ao passo que o Brasil esta mais amigável. Tá faltando o que?", pergunta um brasileiro que vive naquele estado norteamericano.

A safra da melancia na Bahia estava sendo considerada boa e o produtor tinha motivos de sobra para comemorar, mas os preços despencaram no fim da colheita, por causa da concorrência com São Paulo.

O preço da fruta na roça, que chegou a R$ 1 o quilo, agora está em R$ 0,35.

"A safrinha de São Paulo saiu forte, eles tiveram excedente e aí trouxe esse problema para a gente", diz Elissandra Botelho, integrante da diretoria da Associação dos Produtores de Melancia do Extremo Sul (Apmex).

"O produtor não tem o que fazer. Tem que colher a mercadoria para diminuir o prejuízo", diz o produtor Pedro Orita.

Teixeira de Freitas é a cidade campeã em produtividade no estado, com uma média de 60 toneladas de melancia por hectare.

No atacado

Apesar de muito barato no campo, o preço da melancia em boa parte das Ceasas brasileiras custa, às vezes, até mais que o dobro.  Em São Paulo, estado que teve produção acentuada, a Ceagesp está negociando por R$ 1,44, o quilo. No Rio, nas Ceasas do Irajá, na Zona Norte da capital, e na do Columbê, em São Gonçalo, Região Metropolitana fluminense,  o quilo da melancia maior está custando R$ 1,50. Na Paraíba, o quilo está custando apenas R$ 0,68.  Na Bahia onde teve safra alta, o quilo no atacado está saindo por R$ 0,90. 

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Tomate, abóbora, batata, cebola são realmente vilões nos preços?


    

O mês de abril tem os seguintes legumes em safra: Abóbora, abóbora-moranga, abobrinha brasileira, berinjela, beterraba, cará, chuchu, gengibre, inhame e tomate. Ou seja, estão em safra e por conta disso poderiam estar mais baratos. Realmente, eles estão relativamente baratos no atacado em algumas centrais de abastecimento do país, mas não na venda direta ao consumidor. A equipe do CeasaCompras foi a um supermercado popular e a um sacolão na Ilha do Governador, constatando preços absurdos desde o domingo passado.

Nesta quinta-feira (4/4), a rede de supermercados Mundial estava vendendo o quilo do tomate a R$ 7,85, enquanto que no sacolão ao lado, na Av.Paranapuan, o quilo estava custando R$ 7,95. No domingo, no mesmo Mundial, o quilo do tomate estava custando R$ 6,98.  Aumento de R$ 1,07em menos de uma semana.

A caixa com 22 kg do tomate estava sendo negociada, nesta quinta-feira, na Ceasa do Irajá, na Zona Norte do Rio, por R$ 90, o mais caro.  Em uma pesquisa que fizemos em outras centrais de abastecimento, destacamos os seguintes preços para o produto:  R$ 4,09 (RJ), R$ 3,64 (SC) e R$ 6,72 (SP).

Abóbora, batata e cebola

O quilo da abóbora, de todos os tipos, estava custando R$ 2,70 no atacado; mais os da abobrinha italiana e menina, caixas com 20kg, estavam sendo negociadas a R$ 40 R$ 30, respectivamente. No supemercado Mundial, o quilo da abóbora maior estava a R$ 4,49, quase o dobro do preço no atacado.

Já a batata estava custando R$ 4,40, e nos últimos dois dias, na feirinha do Mundial, o preço chegou a R$ 3,68, depois de ter custado R$ 4,98 no domingo.  A saca da batata inglesa comum, de 50 kg, foi negociada a R$ 90, na Ceasa do Irajá; e a batata inglesa lisa, entre R$ 110 e R$ 120. Um salto extraordinário só comparável à época da greve dos caminhoneiros ocorrida no ano passado.

Apesar do absurdo do preço cobrado nos supermercados, fora da feirinha que realizam, e também nos sacolões, o quilo da batata no atacado estava custando R$ 1,80 (RJ);R$ 2,20 (SC), R$ 3,40 (PR) e R$ 3,56 (SP).

No caso da cebola, ela estava custando R$ 5,29, o quilo no domingo passado. E aumentou para R$ 5,40 no mercado e baixou no sacolão para R$ 4,99.  O quilo no atacado, na Ceasa do Irajá, estava saindo a R$ 2,50 (RJ).  Nas outras centrais, a saca de 20 quilos, do produto proveniente de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, estava custanto R$ 2,25 (RS), R$ 2,50 (MG), R$ 2,50 (SC), R$ 3 (ES) e R$ 3,12 (SP). 

Tomate, abóbora, batata, cebola são realmente vilões nos preços?

O mês de abril tem os seguintes legumes em safra: Abóbora, abóbora-moranga, abobrinha brasileira, berinjela, beterraba, cará, chuchu, gengibre, inhame e tomate. Ou seja, estão em safra e por conta disso poderiam estar mais baratos. Realmente, eles estão relativamente baratos no atacado em algumas centrais de abastecimento do país, mas não na venda direta ao consumidor. A equipe do CeasaCompras foi a um supermercado popular e a um sacolão na Ilha do Governador, constatando preços absurdos desde o domingo passado.

Nesta quinta-feira (4/4), a rede de supermercados Mundial estava vendendo o quilo do tomate a R$ 7,85, enquanto que no sacolão ao lado, na Av.Paranapuan, o quilo estava custando R$ 7,95. No domingo, no mesmo Mundial, o quilo do tomate estava custando R$ 6,98.  Aumento de R$ 1,07em menos de uma semana.

A caixa com 22 kg do tomate estava sendo negociada, nesta quinta-feira, na Ceasa do Irajá, na Zona Norte do Rio, por R$ 90, o mais caro.  Em uma pesquisa que fizemos em outras centrais de abastecimento, destacamos os seguintes preços para o produto:  R$ 4,09 (RJ), R$ 3,64 (SC) e R$ 6,72 (SP).

Abóbora, batata e cebola

O quilo da abóbora, de todos os tipos, estava custando R$ 2,70 no atacado; mais os da abobrinha italiana e menina, caixas com 20kg, estavam sendo negociadas a R$ 40 R$ 30, respectivamente. No supemercado Mundial, o quilo da abóbora maior estava a R$ 4,49, quase o dobro do preço no atacado.

Já a batata estava custando R$ 4,40, e nos últimos dois dias, na feirinha do Mundial, o preço chegou a R$ 3,68, depois de ter custado R$ 4,98 no domingo.  A saca da batata inglesa comum, de 50 kg, foi negociada a R$ 90, na Ceasa do Irajá; e a batata inglesa lisa, entre R$ 110 e R$ 120. Um salto extraordinário só comparável à época da greve dos caminhoneiros ocorrida no ano passado.

Apesar do absurdo do preço cobrado nos supermercados, fora da feirinha que realizam, e também nos sacolões, o quilo da batata no atacado estava custando R$ 1,80 (RJ);R$ 2,20 (SC), R$ 3,40 (PR) e R$ 3,56 (SP).

No caso da cebola, ela estava custando R$ 5,29, o quilo no domingo passado. E aumentou para R$ 5,40 no mercado e baixou no sacolão para R$ 4,99.  O quilo no atacado, na Ceasa do Irajá, estava saindo a R$ 2,50 (RJ).  Nas outras centrais, a saca de 20 quilos, do produto proveniente de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, estava custanto R$ 2,25 (RS), R$ 2,50 (MG), R$ 2,50 (SC), R$ 3 (ES) e R$ 3,12 (SP). 

terça-feira, 19 de março de 2019

Preço da laranja assusta consumidores


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Depois do absurdo em relação aos preços da batata, agora vem a cobrança alta para aqueles que compram frutas. Qual a justificativa? Nenhuma, por quê nas Ceasas ainda continuam baixos.

Quem foi a feira neste final de semana tomou um susto danado ao ver a dúzia da laranja seleta custando R$ 10, e a dúzia da laranja pêra e lima por R$ 6. "As coisas estão caras", é a resposta do feirante quando é indagado. A equipe do CeasaCompras foi até a Ceasa do Irajá, na Zona Norte do Rio, para procurar entender. A caixa de 22 kg da laranja pêra, negociada na sexta-feira (15/3), estava custando R$ 35; a da seleta, caixa com 20 kg, R$ 45.

No atacado, o preço do quilo da laranja pêra no Rio está custando apenas R$ 1,80. Entre as 22 ceasas pesquisadas por nossa equipe encontramos os seguintes preços para a fruta: R$ 1,67 (RS), R$ 2,07 (ES), R$ 2,25 (MG) e R$ 2,49 (SP).

Preço do limão Tahiti

É possível encontrar o preço por quilo do limão Tahiti na Ceasa do Rio de Janeiro por R$ 1,60.Na feira e nos chamados "sacolões" e também nos supermercados esse preço está três vezes, ou até mais alto na venda direta ao consumidor.

Saiba mais sobre preços dos alimentos no Blog Ceasa Compras (ceasacompras.blogspot.com.br) ou na página no Facebook (Ceasa Compras), onde também tem receitas maravilhosas.

terça-feira, 12 de março de 2019

Batata já chega a R$ 8 o quilo no Rio



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O Qsacada Ilha Tv noticiou esse aumento expressivo nesta segunda-feira (11/3), com base em dados recolhidos sobre os preços nas Ceasas do Brasil.
Consumidores que foram aos supermercados e às feiras livres nas últimas semanas tomaram um susto diante dos preços da batata-inglesa. O quilo já chega a R$ 8 no Rio. Os varejistas estão repassando o aumento de preço do produtor rural, que em geral vende uma saca de 50 quilos por R$ 30 e, agora, cobra entre R$ 150 e 250, conforme noticiamos. O motivo da alta foi o prejuízo que a maioria teve com as condições climáticas adversas que prejudicaram a produção.
— O fim do ano teve um calor acima do normal e, agora, estamos tendo um fluxo de chuvas muito intenso na região Sul do país, onde a batata é produzida. O resultado foi uma produtividade mais baixa e uma menor oferta do produto, o que encareceu o produto — explicou Natalino Shimoyana, diretor da Associação Brasileira da Batata.
Para o coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Braz, um aumento dos preços de legumes e hortaliças sempre é esperado no primeiro trimestre do ano devido às adversidades climáticas do verão. Mas, em geral, a produção agrícola se regulariza no segundo trimestre, quando os preços caem.
— Muitas vezes, os preços depois caem mais do que subiram. Se o clima se comportar como o esperado. Então, em geral, não é um efeito permanente, e o consumidor é compensado depois com valores menores — afirmou André Braz.
Para os produtores, a expectativa é que os preços continuem elevados por mais um ou dois meses. Mas os especialistas não acreditam que isso afete a inflação medida pelo IPCA, que acumula alta de 3,73% em 12 meses, abaixo do mesmo período do ano anterior e da meta do governo, de 4,25% para o ano.
O Dia

Tomate mais caro em São Paulo

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No Rio ele está mais barato no atacado, mas é vendido bem mais caro nos sacolões. Enquanto isso, o preço do limão fica cada vez mais doce.

Não dá para entender os preços dos alimentos em determinadas capitais do país. Apesar dos índices serem favoráveis em capitais como o Rio e Belo Horizonte (MG), em outras costumam beirar ao absurdo.  No último final de semana, os sacolões cariocas venderam o quilo do tomate, em alguns deles, a quase R$ 5. Mas, se pesquisarmos na lista de preços de produtos, divulgada pelas 22 centrais de abastecimento brasileiras, veremos que o tomate está sendo vendido na Ceasa RJ a R$ 2,27, o quilo no atacado. Na CeasaMinas está custando R$ 2,75; em São Paulo, bem mais caro, a R$ 4,70. A quanto ele está sendo cobrado para o consumidor final paulista?

De acordo com análise econômica feita pela Ceasa mineira, o preço do tomate caiu em média 13,7% no período de doze meses; e 1,7%, entre janeiro e fevereiro de 2019. Na Ceasa RJ, a caixa de 22 quilos do produto foi comercializada nesta segunda-feira (11/3) a R$ 50, o maior; e R$ 30 o menor.

Doçura azeda

O limão, cujo o preço foi vilâo durante bom tempo, vem tendo quedas acentuadas no atacado: a caixa com 25 Kg foi comercializada hoje, no Rio, a R$ 45. Ou seja, o quilo na CeasaRJ estava saindo por R$ 1,80.  Nas outras Ceasas pesquisadas ficaram assim: R$ 2,44 (SP); R$ 1,67 (SC) e R$ 1,75 (MG).


Índice CEAGESP registra alta de 7,75% nos preços em fevereiro

           
                        Fevereiro - 2019
CategoriaÍndice %
Geral7,75
Frutas3,06
Legumes16,00
Verduras42,72
Diversos*17,87
Pescados-3,51

As verduras apresentaram forte elevação, chegando a quase 50%;os legumes também tiveram crescimento absurdo, com a abobrinha italiana subindo quase 74%. O preço dos ovos chegaram a quase 30% em São Paulo. Os preços continuarão a subir e situação só passa a melhorar no final do mês de abril.

Em fevereiro, o setor de frutas subiu 3,06%. As principais altas foram nos preços do maracujá doce (70,8%), do morango (33,2%), da manga tommy (29,6%), do melão amarelo (27,4%) e da laranja pera (20,5%). As principais baixas ocorreram com a pera Willians (-17,2%), a atemoia (-15,4%), o abacate geada (-13,2%), a carambola (-10,5%) e o kiwi estrangeiro (-10%).

O setor de legumes registrou elevação de 16%. As principais altas ocorreram com a abobrinha italiana (73,7%), o chuchu (47,1%), abobrinha brasileira (40,4%), o quiabo (40,1%) e pepino comum (30,5%). Não houve quedas significativas no setor.

O setor de verduras apresentou forte elevação de 42,72%. As principais altas foram da salsa (87,3%), da couve (84,9%), da alface crespa (83%), da escarola (81,5%) e da alface lisa (72,7%). Não houve quedas significativas no setor.

O setor de diversos apresentou elevação de 17,87%. As principais altas ficaram por conta do alho argentino (30,7%), dos ovos vermelhos (28,7%), dos ovos brancos (26,4%), da batata comum (25,6%) e batata lisa (21,9%). Não houve quedas significativas no setor.

O setor de pescados teve queda de 3,51%. As principais baixas foram da sardinha (-35,4%), do atum (-17,4%), do namorado (-12,3%), da betarra (-11%) ne da pescada maria mole (-10,9%). Não houve elevações significativas no setor.

- Tendência do Índice

Oferta e qualidade sofrem com o excesso de chuvas e as altas temperaturas.

O Índice de preços da CEAGESP encerrou o mês de fevereiro com forte elevação. Influenciado principalmente pelas altas de legumes e verduras, o indicador subiu 7,75%. No acumulado dos últimos 12 meses, a elevação é de 16,64%.

Além do aumento acentuado dos preços praticados e da diminuição da quantidade ofertada, os produtores rurais e atacadistas da CEAGESP não estão conseguindo oferecer produtos com a qualidade habitualmente encontrada, notadamente nos setores de legumes e verduras, principalmente as folhosas.

No comparativo janeiro “versus” fevereiro, houve queda de 9,5% no volume ofertado. Esta queda, porém, é muito mais acentuada nos produtos com melhor classificação. Em alguns casos, como nas folhosas e em boa parte dos legumes mais sensíveis, é praticamente impossível adquirir produtos da classificação “A”.

Historicamente, o primeiro trimestre registra preços mais elevados em razão das condições climáticas adversas da estação. Em 2019, porém, o quadro foi agravado pelas temperaturas extremamente elevadas e chuvas excessivas e prolongadas em praticamente todas as regiões do país.

Desta forma, consumidores terão muitas dificuldades em promover um abastecimento diversificado e com produtos de qualidade neste mês de março. Somente em meados de abril, com condições climáticas dentro de patamares aceitáveis, é que a situação deve se normalizar.

Neste primeiro bimestre de 2019, o volume comercializado no entreposto de São Paulo totalizou 520.512 toneladas ante 533.051 toneladas negociadas no mesmo período de 2018. Queda de 2,35%. Em janeiro de 2019 foram comercializadas 273.246 ante 247.266 negociadas em fevereiro. Redução de 9,5%.


Batata com preço subindo

                      

Muitos comerciantes, principalmente aqueles de sacolão, colocaram o preço do quilo lá em cima neste final de semana, chegando a quase R$ 7, como mostra o vídeo.

Alguns desses comerciantes justificaram o período de carnaval, alegando que encontraram o preço da saca de 50 kg a R$ 300, o que não seria verdade se formos comparar, por exemplo, a evolução dos preços nas últimas duas semanas na Ceasa do Irajá, bairro da Zona Norte do Rio.  No último pregão, ocorrido nesta segunda-feira (11/3), o preço no atacado para a batata inglesa lisa estava R$ 210, a mais cara; e R$ 140, a de segunda.  Já a batata inglesa comum especial era vendida por R$ 150; e R$ 90, a de segunda. Nas duas últimas semanas a variação foi entorno de 50% a 60% na alta de preços.

O CeasaCompras pegou a tabela de preços divulgada pelas 22 Ceasas brasileiras, e aproveitou para fazer uma comparação com importantes estados. A conclusão é a seguinte, por cada quilo comercializado: R$ 3 (RJ), R$ 4,56 (SP), R$ 4,26 (ES), R$ 3,60 (MG) e R$ 2,10 (SC).

Em relação à batata Hasterix, o preço da saca de 50 kg é de R$ 140.  Da batata Yakon, dois quilos, por R$ 20.