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quarta-feira, 19 de junho de 2019

CeasaMinas: Hortigranjeiros ficam 7,5% mais baratos em maio

     Resultado de imagem para 27 alimentos estão com preços em baixa na Ceagesp

O grupo dos hortigranjeiros, que inclui hortaliças, frutas e ovos, ficou, em média, 7,5% mais barato em maio em relação a abril, no atacado do entreposto de Contagem da CeasaMinas. De modo geral, a queda no preço médio foi influenciada pela redução das chuvas, combinada com temperaturas mais amenas. Esses fatores propiciaram o aumento da quantidade ofertada no entreposto e a melhoria da qualidade dos produtos.

Segundo o chefe da Seção de Informações de Mercado da CeasaMinas (Secim), Ricardo Fernandes Martins, a expectativa é que, caso não haja um inverno muito rigoroso nas regiões produtoras, os preços da maioria das mercadorias mantenham trajetória de queda.

No setor de hortaliças (legumes e verduras), a redução do preço médio foi de 4,4%. Os produtos que mais contribuíram para a queda foram o tomate longa-vida (-33,6%); o repolho (-23%); a moranga-híbrida (-19,2%); a abobrinha-italiana (-13,3%); a mandioca (-12,3%); a beterraba (-9,2%) e a batata (-2,5%).

Conforme explica Martins, apesar da queda média no preço, ainda não é possível afirmar que o conjunto das hortaliças esteja com preços muito baixos. Além disso, alguns produtos apresentaram altas de preços, com destaque para o chuchu (54,1%); o pepino (31,2%); a cenoura (28,9%); a berinjela (4,5%) e o inhame (2,7%).

Vale esclarecer ainda a situação do tomate, cujo quilo chegou a ser comercializado no atacado em abril a R$ 3,07/kg e cedeu para R$ 2,04/kg em maio. Esse produto vem sinalizando altas nos primeiros dias deste mês de junho, o que exige dos consumidores atenção na hora de pesquisar os preços.

Frutas
Já as frutas apresentaram redução de 11,9% no preço médio, influenciada principalmente por alimentos em safra. Foram destaques o mamão-formosa (-47,6%); a banana-nanica (-26,6%); a manga (-23,7%); a laranja-pera (- 22,2%); a tangerina ponkan 
(-21,9%); o mamão-havaí (-19,4%); o limão-taiti (- 14,4%) e o abacate (-8,7%).

Mas houve também frutas que ficaram mais caras no mês passado, a exemplo de melão (35,9%); melancia (15,8%); morango (14,5%); goiaba (5,1%) e banana-prata (4,1%).

Ovos
Os ovos ficaram 12,7% mais baratos no comparativo, em razão principalmente do aumento da oferta no entreposto. Outro fator que contribuiu para isso foi o recuo da demanda, após o fim da Quaresma, período tradicionalmente de maior consumo do ano.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Aproveite a tangerina Ponkan, fruta mais barata no Rio

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O CeasaCompras separou alguns preços das frutas mais em conta para o consumidor fluminense. Nesta segunda-feira (20/5), na Ceasa Grande Rio, a caixa com 25 kg da tangerina Ponkan estava sendo negociada por R$ 30, ou algo em torno de R$ 1,20 por quilo no atacado.  Boa pedida entre as frutas do seu dia a dia que tem também o mamão Formosa, caixa com 20 kg sendo negociada por R$ 35 ( algo em torno de R$ 1,75 por quilo).  O limão Tahiti está com preço muito bom, depois de ter subido bastante no início do ano. A caixa, ou saca, com 26 kg está sendo negociada por R$ 45, ou R$ 1,80 o quilo no atacado.

Os preços das laranjas pêra, seleta e lima, também não estão fazendo feio.  O quilo está girando por algo em torno de R$ 1,80.  A pêra, caixa com 22 kg, está custando R$ 35; seleta, também o mesmo peso, por R$ 40; e a caixa da lima, de 25 quilos, por R$ 35.

O caqui, uma grande fonte de energia, tem sua caixa com 8 kg negociada por R$ 22 o grande, e R$ 15 o pequeno.  A caixa da banana-prata com 20 dúzias por R$ 55, com preço por quilo de R$ 2,75.

Já o abacate, também uma outra fonte de energia e que vem caindo no gosto dos restaurantes mais refinados,  que o transformam em guacamole para acompanhar os pratos,  está por volta de R$ 1,82 o kg. A caixa do abacate fortuna, com 25 kg, está sendo vendida por R$ 40;  o geada, por R$ 35; o abacate de quintal, por R$ 50.

A manga também é uma boa pedida, saindo em torno de R$ 2,50 o quilo no atacado.  A caixa da manga Palmer, Tommy, espada, com 25 kg, entre R$ 20 e R$ 55, dependendo do tamanho e classificação da fruta.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

CeasaMinas: Hortigranjeiros ficam 2,5% mais baratos

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O preço médio do setor de hortigranjeiros, que inclui frutas, legumes, verduras e ovos, apresentou queda de 2,5%, no comparativo de maio com abril, no atacado do entreposto de Contagem da CeasaMinas. A queda de preço foi puxada principalmente pelos grupos de frutas, cujo valor médio foi 6,9% menor, e pelo de ovos, que ficaram 12,8% mais baratos.

A redução do preço médio foi verificada mesmo com a entrada de mercadorias sendo menor em 9,1%. A queda na oferta é consequência não somente da paralisação dos caminhoneiros em maio, como também de períodos de entressafras e problemas climáticos que afetaram produtos importantes, a exemplo da cebola e do limão tahiti.

Se as frutas e os ovos foram destaques na redução de preços, o subgrupo das hortaliças (legumes e verduras) apresentou alta de 4,1% no período. Entre os produtos que mais contribuíram para o aumento estão a cebola (33,5%); beterraba (33,2%); milho verde (16,7%); batata (10,8%) e repolho (4,8%).

O chefe da Seção de Informações de Mercado da CeasaMinas, Ricardo Fernandes Martins, destaca que o preço mais alto da cebola tem sido influenciado pela variedade importada. A expectativa, segundo ele, é de que haja um aumento da safra nacional a partir deste mês de junho, o que deverá reduzir o valor da hortaliça até o fim do mês.

Entre as hortaliças com quedas de preços, os destaques foram a couve-flor (-36,9%); abobrinha italiana (-28,1%); chuchu (-16,4%); inhame (-13,2%); mandioca (-4,5%) e tomate (-2,7%).

Frutas

No grupo das frutas, vale destacar que muitos produtos foram mantidos armazenados em câmaras frias no entreposto de Contagem, o que contribuiu para segurar uma possível alta de preços em razão da menor entrada de mercadorias em maio. Junto a isso, muitos compradores deixaram de vir ao mercado atacadista temendo bloqueios nas rodovias, o que reduziu a demanda.

As frutas que mais influenciaram a redução do preço médio foram o mamão formosa (-47,3%); mamão havaí (-40,7%); tangerina ponkan (-35,1%); banana prata (-12,8%); laranja pera (-10,1%) e banana nanica (-7,4%).

Entre as que ficaram mais caras, os destaques foram o limão tahiti (69,4%); melancia (60,5%); manga (8,1%) e abacaxi (2%). Segundo Ricardo Martins, o valor do quilo do limão foi influenciado pela oferta menor em razão do clima seco em regiões produtoras de São Paulo.

Ovos

A redução do preço dos ovos foi influenciada pelo fim da Quaresma, período no qual tais mercadorias atingem o maior valor do ano. Entretanto, apesar do alívio no preço em maio, a expectativa é de novas altas, em consequência do descarte maior de aves para abate e da morte de muitas delas com a paralisação das rodovias em maio.

Segundo Fernandes, a oferta de produtos de modo geral neste mês de junho está normalizada na CeasaMinas. Os preços, por sua vez, estão caminhando para uma situação característica para o mês de junho.


terça-feira, 1 de maio de 2018

Maio tem 40 tipos alimentos em época

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O período de safra dos alimentos, sejam eles frutas, legumes, verduras e até pescados, são os melhores para, além de ter algo fresquinho e bom para a saúde, economizar. Muitos deles apresentam preços mais baixos nas centrais de abastecimento por todo o país.  O chuchu, por exemplo, já vem mais barato tem duas semanas: R$ 0,35 (ES), R$ 0,40 (PE), R$ 0,47 (MG), R$ 0,50 (SC) e R$ 0,60 (RJ). A boa pedida é fazer  um ensopado de chuchu com camarão e aproveitar o preço do tipo barba russa que está sendo vendido por R$ 10, pelo entreposto de pescados situado no Ceasa do Irajá, na Zona Norte carioca.

FRUTAS

Abacate, Banana-maçã, Caqui, Jaca, Kiwi, Maçã, Pera, Tangerina, Uva;

LEGUMES

Abóbora, Abobrinha, Batata-doce, Berinjela, Cará, Cenoura, Chuchu, Inhame, Mandioca, Mandioquinha, Nabo, rabanete;

VERDURAS

Alho-poró, Almeirão, Erva-doce, Louro, Nabo, rabanete;

PESCADOS

Abrotéa, Barbado, Camorim, Carapau, Congrio, Garoupa, Lambari, Linguado, Polvo, Tainha, Tambica, Traira.


sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Nova safra pode baratear preço do melão

Lavouras de melão estão em plena colheita no RN.O melão produzido no estado abastece o mercado brasileiro durante o ano. O estado produz mais da metade do melão nacional.

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No Rio Grande do Norte, maior produtor de melão do Brasil, as lavouras estão em plena colheita. Em Tibau, quase na divisa com o Ceará, a área plantada em uma fazenda deve permanecer a mesma, mas a produção vai aumentar, já que o processo de colheita será mais rápido. Com o investimento em tecnologia feito no início do ano o trabalho que era manual agora é mecanizado.

Na empresa são quase cinco mil trabalhadores, mas nos próximos meses, o número de empregados como Amaury Luis da Silva deve dobrar. Ele é da cidade de Almino Afonso, distante mais de 160 km de Tibau, e já sabe que no período de safra tem emprego garantido. Em todo o estado devem ser geradas 9 mil vagas temporárias.

O melão produzido no Rio Grande do Norte abastece o mercado brasileiro durante o ano todo, mas é no período da safra, que dura oito meses, que o mercado internacional sente o gostinho da nossa fruta. A partir de agosto, mais da metade da produção do estado, que chega a 400 mil toneladas, vai principalmente para os países da Europa, como Inglaterra e Espanha.

O estado produz mais da metade do melão nacional.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Minas Gerais : Hortigranjeiros ficam 10,6% mais baratos em média

Os hortigranjeiros apresentaram queda de 10,6% no preço médio, entre junho e maio, no atacado do entreposto de Contagem da CeasaMinas. A redução foi influenciada principalmente pelos grupos das hortaliças (legumes e verduras), que tiveram redução de 13,9% no preço, e das frutas, com oscilação de -7,4%. As boas condições climáticas estão entre os fatores que contribuíram para deixar os produtos mais baratos.

Segundo o chefe da Seção de Informações de Mercado da CeasaMinas, Ricardo Fernandes Martins, o clima marcado por temperaturas um pouco mais altas durante o dia e mais amenas à noite favoreceu a produção em muitas regiões fornecedoras.

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No grupo das hortaliças, os produtos que mais influenciaram a queda no preço médio foram o tomate (-28,2%); beterraba (-25,4%); cenoura (-24,3%); batata (-21,8%); cebola (-19,4%) e mandioca (-14,2%).

Entre esses, vale destacar a batata, que desde o último mês de abril vem apresentando quedas sucessivas, com cotações abaixo das expectativas dos produtores. Esse cenário, segundo Ricardo Martins, pode desestimular novos plantios, levando a uma possível alta de preços a médio e longo prazos.

O mercado também apresentou hortaliças com altas de preços, com destaque para a moranga (15,9%); repolho (12,5%); chuchu (8%); pimentão (5,6%) e milho verde (4,5%). Apesar da alta, o chuchu fechou mês negociado a R$ 0,54/kg no atacado.

Frutas

No grupo das frutas, o consumidor tem várias opções de produtos com preços mais acessíveis. Entre as mercadorias que apresentaram quedas, os destaques são a banana prata (-16,6%); laranja pera (-15,3%); banana nanica (-13,3%); tangerina ponkan (-7,4%); maçã brasileira (-5,7%) e mamão fomosa (-3,4%).

O preço da laranja pera foi influenciado por vários fatores, entre eles a boa oferta concorrente da tangerina ponkan em safra, além da menor demanda da indústria, o que aumentou a disponibilidade do produto in natura.

Já na lista das frutas que ficaram mais caras, o mamão havaí se destacou, com alta de 60,2%, seguido por limão tahiti (44,4%); abacate (25,8%); melão (11,3%) e melancia (1,4%).

A oscilação do mamão havaí é resultado da menor oferta proveniente do Sul da Bahia, principal região fornecedora para o entreposto de Contagem da CeasaMinas. A boa notícia para o consumidor é que o preço da fruta começou a apresentar recuo nos primeiros seis dias de julho, negociada em média a R$ 1,50/kg no atacado. No mês de junho, o valor médio havia sido de R$ 1,81/kg.

Ovos

Na trajetória inversa dos demais grupos de produtos, os ovos apresentaram alta de 6,6% no preço. As principais causas foram o aumento da procura, já esperada com a chegada do frio, e a queda de 13,7% no volume ofertado.

Outras dicas de consumo para esta época são as abobrinhas, berinjela, moranga, abacaxi, goiaba e uvas.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Aproveite a época da tangerina cravo

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Veja também a relação de benefícios que a fruta tem para a sua saúde.

A tangerina é uma fruta cítrica que teve origem na Ásia e na Austrália, da mesma família da laranja e do limão, das rutáceas. Atualmente existem muitas variedades da fruta e o produto da semana na CEAGESP é a tangerina cravo. 

Essa fruta se destaca pelo seu perfume e sabor, sua polpa prática pode ser consumida in natura, o que não exige nada além das mãos, rende bastante suco e pode ser aproveitada em sobremesas, saladas, compotas e serve de ingrediente para drinks. Os gnomos do alimento costumam ser bem presos a casca, de aspecto rugoso, mas se desprendem com facilidade.

A tangerina cravo dá frutos de tamanho pequeno a médio, possui coloração verde a alaranjada intensa e é ideal para consumo in natura. Além da tangerina cravo, no Brasil também são populares os tipos poncã, murcote (híbrido do cruzamento entre a laranja e a tangerina) e mexerica-do-rio. 

A fruta é fonte de minerais como cálcio, ferro, sódio, fósforo, potássio e magnésio. Ela também é rica em vitamina C e do complexo B e sua combinação de nutrientes fortalece os dentes, ossos, sistema imunológico e beneficia o funcionamento do intestino.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Legumes, verduras e hortaliças, saiba qual a diferença

O CeasaCompras.com e a Ceagesp ensinam a você como diferenciar esses alimentos tão importantes em nossa cozinha.

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Você pode não saber (até agora) mas existem diferenças entre legumes, verduras e hortaliças. Com a grande variedade de alimentos disponíveis fica mesmo fácil confundir e misturar os nomes.

Hortaliça é a categoria que abrange legumes e verduras. Assim são chamados os alimentos cultivados em hortas para consumo próprio ou em larga escala. As hortaliças são ricas em vitaminas, como vitamina A, C e do complexo B e em sais minerais, como potássio, ferro, cálcio e fósforo. 

Entre as hortaliças estão: aspargos, tomates, brócolis, cenouras, etc. Estima-se que 90% desse tipo de alimento sejam formados por água. Por isso, o consumo de hortaliças é muito nutritivo.

Verdura é o termo que representa os alimentos verdes como alface, couve, agrião, salsa, salsão, chicória, etc. Já os legumes pertencem as famílias das leguminosas que são produtos salgados. Deles aproveitamos os frutos e descartamos as folhas. Entre os legumes estão o feijão, a ervilha, a vagem e a lentilha, além de outros. 

Além dessas características, existem algumas variedades de legumes e verduras:
Bagas, por exemplo, pimentão e berinjela;
Bulbos conhecidos são cebola e alho;
Couve: algumas são a couve-flor e o brócolis;
Inflorescência, como o nome sugere, apresenta o formato de flor. Temos a alcachofra e a couve-flor de exemplos;
Abobrinha e pepino são exemplos de peponídeos;
Raízes: rabanete, batata e mandioca são alguns exemplos desse tipo.

Todos esses alimentos fazem um grande bem a saúde, combatem doenças e dão mais sabor ao prato. Aproveite as ofertas do Varejão da CEAGESP para levar vários para casa:
Sábado – das 7h às 12h30
Domingo – 7h às 13h30
no Pavilhão Mercado Livre do Produtor (MLP) – entrada pelo Portão 3
Endereço: Avenida Doutor Gastão Vidigal, 1946 – Vila Leopoldina. 

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Rico em vitaminas, o cajú está garantido para as festas de ano

Produtores de caju do Ceará comemoram a boa fase da cultura. O clima seco não ajudou muito, mas a produção vai ser maior. Cerca de 60 mil toneladas devem ser colhidas no estado. Uma boa notícia para os consumidores que adoram a fruta, que poderá ter os preços reduzidos nas Ceasas.

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Os produtores de caju do Ceará vivem uma fase melhor que a do ano passado. O clima seco não ajudou, mas mesmo assim, a produção vai ser maior.
 
Pés lotados de cajus grandes e suculentos. A lida no campo começa cedo, às 7 horas da manhã, em uma propriedade em Beberibe. A colheita deste ano tem dado muito trabalho para os agricultores do Ceará, que estão animados.

O Sindicato dos Produtores de Caju estima que sejam colhidas, até novembro, 60 mil toneladas no estado, 10% a mais que na última safra.

O Ceará é o maior produtor de caju do país e passa por uma das secas mais prolongadas de sua história. Já são cinco anos seguidos, mas os produtores têm conseguido amenizar os efeitos.

José Gonzaga planta cinco variedades de caju em 200 hectares. A área é irrigada com a ajuda de um açude e um poço profundo com vazão de 15 mil litros por hora. Mesmo assim é racionada, ele só irriga com frequência os pés mais novos, que plantou este ano.

Até o fim da safra, Gonzaga espera colher 560 toneladas de caju, quase a mesma quantidade do ano passado.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Melhor alimento para a saúde, o pescado tem preço menor no Rio

A Ceasa do Rio de Janeiro é a central que vende os peixes no atacado, relativamente mais baratos do que no restante do Sudeste. Foi o que nós constatamos, e estamos prevendo que os preços nesta semana irão permanecer os mesmo encontrados na semana passada. 
Antes mesmo de dar a relação dos pescados e os seus respectivos preços, copilamos uma matéria importante sobre os benefícios provocados por esse nobre alimento em nossa saúde.

                             Moqueca capixaba com cação ( não tem espinhas)
                      

Todo mundo sabe que comer peixe faz bem à saúde, principalmente a do coração. O que talvez seja novidade para algumas pessoas é que os pescados, dependendo da espécie, beneficiam muitas outras partes do corpo. O bacalhau, por exemplo, é ótimo para o desenvolvimento e a fortificação dos ossos e dos dentes, pois é rico em fósforo. Já o atum tem alto teor de ferro, essencial para o transporte de oxigênio e a formação de glóbulos vermelhos no sangue, prevenindo anemias.

Independentemente do tipo, a maioria dos peixes é rica em proteínas, tem grande quantidade de fósforo, iodo, cobalto, e cálcio — possui quatro vezes mais cálcio que os outros tipos de carne. Os pescados também contêm vitaminas A, E, do complexo B e, principalmente, D, que possui importante atuação na calcificação óssea, o que ajuda na prevenção da osteoporose. Mas, sem dúvida, seu principal nutriente é o ômega-3, que diminui o risco de doenças cardíacas e contribui para o desenvolvimento cerebral e a regeneração das células nervosas. E, por agir nessas células, também pode ajudar no combate à depressão e à ansiedade.

Para saber o que os peixes podem fazer pelo seu organismo, a VivaSaúde conversou com especialistas em Nutrição que elegeram dez tipos de peixes repletos em nutrientes e indispensáveis para o bom funcionamento de cada parte do corpo. Terminada a leitura desta matéria, será fácil decidir qual a melhor opção para a sua saúde.

OS CAMPEÕES DE ÔMEGA-3
Veja a quantidade deste nutriente presente em 100 g de alguns peixes:
Arenque: 1,2 a 3,1 gramas.
Sardinha: 1,5 a 2,5 gramas.
Salmão: 1,0 a 1,4 grama.
Atum: 0,5 a 1,6 grama.
Bacalhau: 0,2 a 0,3 grama.
Linguado: 0,2 a 0,3 grama.

Veja, também, a relação dos pescados e os seus respectivos preços por quilo, no atacado, na Ceasa do Irajá, no Rio:

Abrotéa R$ 6
Anchova R$ 6
Atum R$ 8
Bonito Pintado R$ 8
Cação R$ 10
Camarão -de-sete-barbas R$ 8
Camarão barba rosa 5
Camarão branco R$ 17
Camarão cinza (mar) R$ 27
Camarão Pitú R$ 10
Lagostim R$ 10
Camarão Rosa R$ 12
Camarão VG R$ 50
Badejo R$ 20
Cherne R$ 30
Congro Rosa E$ 12
Corvina R$ 7
Dourado R$ 13
Espáda R$ 3,50
Galo R$ 3
Garoupa R$ 18
Linguado R$ 25
Lula R$ 10
Manjubinha R$ 6
Merluza/Marmota R$ 6
Olho de Cão R$ 9
Pargo R$ 10
Pescada Perna-de-Moça R$ 12
Polvo R$ 8
Robalo R$ 25
Tilápia R$ 6
 Trilha  R$ 6
Viola R$ 7

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Universo verde e barato na sua cozinha

O CeasaCompras foi a campo pesquisar os preços das verduras em uma das maiores centrais de abastecimento de alimentos do país, a Ceasa do Rio de Janeiro, e constatou uma gama de oportunidades de preços baixos em relação às verduras que tanto bem fazem para a saúde.  E constamos preços incríveis, como o do agrião: 25 moles a R$ 0,70; espinafre, R$ 1, cinco moles.  

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Não esquecemos também de fazer uma relação de produtos gourmet, tão apreciados na alta gastronomia e que estão ao seu alcance. Veja a relação:

Agrião, 25 moles - R$ 0,70
Alecrim, 15 moles - R4 3
Alface crespa , 18 unidades - R$ 8
Alface lisa, 18 unidades - R$ 8
Bertalha, 5 moles - R$ 1,50
Brócolis comum, 8 unidades - R$ 1,50
Cebolinha, 4 moles - R$ 2
Salsa, 4 moles - R$ 1
Chicória, 18 unidades - R$ 12
Coentro, 10 unidades - R$ 3
Couve comum, 10 unidades - R$ 5
Couve-flor, 8 unidades - R$ 18
Espinafre, 5 moles - R$ 1
Hortelã, 10 moles - R$ 3
Louro, 5 moles - R$ 3
Manjericão, 30 moles - R$ 2
Repolho verde grande, 12 unidades - R$ 12
Repolho verde médio, 15 unidades - R$ 8
Repolho verde pequeno, 18 unidades - R$ 5

Cozinha Gourmet

Aipo/Salsão, 6 moles (13 kg) - R$ 12
Alho-poró, 12 unidades - R$ 20
Brócolis americano, 8 unidades - R$ 25
Couve Bruxelas, 3 unidades - R$ 8
Endívia, 5 unidades - R$ 8
Erva-doce/Funcho, 6 unidades - R$ 5
Moyashi, pacote de meio quilo - R$ 5
Nirá, pacote de 1 kg - R$ 45
Palmito, unidade com 4kg - R$ 15
Repolho roxo, 25 kg - R$ 20
Cogumelo Shitake, 4 bandejas (1,2kg) - R$ 12
Ervilha Petipua - R$ 5,09 kg

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Ceagesp tem Caldinho de Sururu no Festival de Sopas



Nesta semana de Olimpíada e de frio em São Paulo, o Festival de Sopas Ceagesp coloca em campo um time de sopas para não deixar ninguém passar frio. A seleção nota 10 tem Caldinho de Sururu, Creme de Alcachofra com Bacon e Cream Cheese, Jardineira de Legumes e Mini Penne com Ragu de Costela. 

Todas essas opções acompanham as versões gratinada e sem gratinar da famosa Sopa de Cebola, medalha de ouro na preferência do público. Às terças e quartas, o cardápio é reforçado com Canjica Doce, prato adicional incluído no valor do Festival.

O preço por pessoa é de R$ 33,90, que dá direito a tomar todas as sopas à vontade, quantas vezes quiser. As bebidas, as sobremesas e os antepastos são cobrados à parte. 

Semanalmente, novos sabores entram no cardápio, substituindo as opções da semana anterior. A Sopa de Cebola, no entanto, nunca deixa o cardápio. Pães, croutons, queijo ralado, pimentas e outros itens estão incluídos no preço. Os antepastos (cobrados à parte por kg) ficam disponíveis numa mesa posicionada bem na entrada do evento, com queijos, patês, frios, entre outras opções.

BEBIDAS - Vinhos de várias nacionalidades, sucos, refrigerantes e outras opções de bebidas também são oferecidos no Festival da Ceagesp. O frequentador tem ainda à disposição sobremesas, das quais o grande destaque é o merengue de morango.

O festival é realizado de terça a domingo no Espaço Gastronômico Ceagesp. A entrada é pelo portão 4 da Ceagesp (altura do 1.946 da avenida Dr. Gastão Vidigal, na Vila Leopoldina, zona oeste da capital). O estacionamento, no mesmo local, tem preço fixo de R$ 10. Às terças, quartas, quintas e domingos, o horário é das 18h à meia-noite. Às sextas e sábados, fica aberto até as 2h da manhã.

  • Cardápio da Semana - De 09 a 14 de agosto - Terça a domingo

    Caldinho de Sururu
    Creme de Alcachofra com Bacon e Cream Cheese
     Jardineira de Legumes
    Mini Penne com Ragu de Costela
    Sopa de Cebola
    Sopa de Cebola Gratinada
    Canjica Doce (às terças e quartas) 

  • FESTIVAL DE SOPAS CEAGESP
Quando: De terça a domingo
Horário: Terças, quartas, quintas e domingos, das 18h à meia-noite; sextas e sábados, até as 2h da manhã.
Onde: Espaço Gastronômico Ceagesp – Portão 4 da Ceagesp (altura do 1.946 da av. Dr. Gastão Vidigal, na Vila Leopoldina, zona oeste da capital) – Estacionamento a R$ 10.
Preço: R$ 33,90 por pessoa (bebidas, sobremesas e antepastos são cobrados à parte)

terça-feira, 26 de julho de 2016

Consumir mais frutas pode elevar bem-estar




Estudo avaliou dados de consumo alimentar de 12 mil adultos. Comer 8 porções por dia fez participantes terem aumento de bem-estar.

Da Reuters:

Os argumentos que os especialistas usam para convencer as pessoas a comerem mais frutas e outros vegetais geralmente estão relacionados aos benefícios de longo prazo para a saúde. Mas esses alimentos também podem aumentar o bem-estar a curto prazo, segundo um novo estudo.

Com base em levantamentos nacionais feitos na Austrália, uma equipe de cientistas relacionou o aumento do consumo diário de frutas e outros vegetais com o aumento da felicidade num período de dois anos.
 
Acrescentar oito porções de frutas e vegetais por dia pode levar as pessoas a uma mudança de bem-estar equivalente à mudança observada em pessoas desempregadas que conseguem um emprego. Os resultados do estudo foram publicados no periódico "American Journal of Public Health".

"Achei o aparente poder das frutas e vegetais extremamente surpreendente", diz um dos autores do estudo Andrew Oswald, que pesquisa economia e ciência do comportamento na Universidade de Warwick, em Conventry, no Reino Unido.

Desde que fez o estudo, ele acrescentou três porções extras de vegetais por dia em sua própria dieta.

Para examinar a relação entre o consumo desses produtos e o bem-estar, os pesquisadores analisaram dados de mais de 12 mil adultos australianos.

Os participantes mantiveram diários de alimentação entre 2007 e 2013 e responderam a questionários sobre suas vidas e sua saúde mental e emocional.

Em um período de dois anos, os pesquisadores descobriram que os participantes que não comiam frutas e vegetais no início e que passaram a consumir oito porções ao dia relataram se sentirem mais felizes e mais satisfeitos do que aqueles que não aumentaram o consumo desses produtos.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Alho nacional, feijão e arroz, mais baratos no Rio



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Seguindo na contramão do que estamos vendo nas redes supermercadistas e dos chamados "sacolões" de bairro, a Ceasa do Rio de Janeiro está vendendo o alho nacional, o feijão, o arroz, indispensáveis na cozinha, com uma redução de preços muito significante.  Por exemplo, a caixa com 10 kg do alho nacional estava sendo negociada, nesta segunda-feira, a R$ 140, ou R$ 14 o quilo.  Em muitos casos, se compararmos os preços, verificamos redução de 40% no preço ao consumidor final.

No caso do alho branco importado da China, a caixa com 10 kg está sendo vendida a R$ 170, ou R$ 17 o quilo.
 
Outro exemplo contrariando o absurdo que nós estamos vendo nas gôndolas dos supermercados, o preço do feijão preto permanece estável há mais de duas semanas na maior central de abastecimento do estado. O fardo com 30 Kg do feijão preto tipo 1 ainda é negociado a R$ 119,70, ou R$ 3,99 o quilo - em um supermercado do Rio, que só aceita cartão de débito, o quilo do feijão estava quase R$ 7 no último final de semana.

Em relação ao preço do fardo de 30 Kg do arroz branco fino, ele está custando R$ 77,70, ou R$ 2,59 o quilo. Já o fardo de 10 kg do açúcar está a R$ 26,90; e o fardo de 30 kg do sal, a R$ 28,70. 

No caso dos ovos brancos, a caixa com 30 Dz estava sendo negociada a R$ 106, ou R$ 3,53 a dúzia. A caixa dos ovos vermelhos R$ 125, ou R$ 4,16 a dúzia.