segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Seca prejudica produção de alimentos no Espírito Santo

O sol forte e a falta de chuva causam problemas no Espírito Santo, o setor agrícola amarga um prejuízo de R$ 1,4 bilhão. A seca fez cair a produção e mudou a rotina na Central de Abastecimento (Ceasa), por onde os produtos passam antes de chegar ao consumidor.


  


O calor beira os 40 graus, mas dentro da câmara fria, a temperatura está abaixo de zero para conservar as frutas mais sensíveis que chegam à Ceasa em Cariacica.

Com tanto calor e falta de chuva, a roça está em alerta.

No sítio de Elias Gomes, o racionamento já é realidade. Nas lavouras de mamão,

banana e café, a irrigação agora tem hora marcada e só acontece três vezes por semana, enquanto antes, isso era feito todos os dias. O problema é a falta de água.


Na feira, as bancas de frutas e legumes já não esvaziam tão depressa. Caíram a qualidade e as vendas.

E se não dá para escapar dos efeitos da estiagem, o feirante precisa dar um jeito para se adaptar à época não tão farta. A banana, por exemplo, é vendida fracionada em cachos graúdos e outros miúdos.

Aumenta o esforço do feirante, mas não diminuiu a exigência do freguês, que continua de olho. O tomate está muito maduro, tem que escolher bem, porque o fruto, muito sensível, é um dos produtos mais atingidos pelo sol e a falta de água.

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