Mostrando postagens com marcador #comerciante. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #comerciante. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Tire o melhor dos pescados do mês de abril

      Resultado de imagem para abrotea
       Abrotea                  
                      
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a ingestão de 12kg de pescado por ano. O brasileiro consome em média metade desse número. No Rio de Janeiro a Abrotea, por exemplo, desapareceu do entreposto, mas em São Paulo, no mercado de peixe da Ceagesp o pescado tem o preço no atacado entre R$ 4 e R$ 9, o quilo, dependendo do tamanho.  A Abrotea é uma grande alternativa para substituir o bacalhau, já que a espécie são primas. Faça o processo de salgar cada filé durante uma semana, e depois faça e veja o resultado gastronômico que fica.

    
Resultado de imagem para abrotea
   Filé de Abrotea

Confira os peixes sazonais de abril:

Abrotea: grelhada, assada ou filé a abrótea tem um sabor leve e um gosto suave, e oferece grande quantidade de vitaminas.

Badejo: ótima pedida na grelha, combina com ervas, caso do tomilho e do alecrim. O bandejo contém poucas calorias e tem vitaminas do complexo B.

Cação:  Geralmente usado em moquecas e cozidos, o cação é rico em proteína, fósforo e vitaminas do complexo B.
 
Carapau: Frito, cozido ou assado, o carapau, primo da sardinha é fácil de preparar e muito saboroso. O espécie também conta com generosas vitaminas como magnésio, potássio e ómega 3

Cavalinha: frita, assada ou defumada, é versátil e combina com várias ervas. A cavalinha contém vitamina A, e é boa para a saúde dos olhos. No entanto pode acumular metais pesados
.
Congrio: o congrio é um dos peixes mais ricos em vitamina A, outro destaque é a grande quantidade de vitamina D, Fósforo, magnésio, e as vitaminas B1, B2 e B3. Além de apresentar grandes quantidades de vitaminas a espécie pode ser preparada de várias maneiras.

Curimbatá: assado ou frito, este pescado é recomendado para quem deseja um sabor diferenciado. O curimbatá é uma ótima fonte de proteína. 

Dourado: de textura firme o dourado é bom para moquecas ou assados. Mas requer atenção com a espinha. Além disso é fonte de cálcio, soma poucas calorias.

Lambari: pelo tamanho pode ser consumido inteiro, eviscerado ou frito. Além disso o lambari contém manganês e zinco, par de minerais indispensável para a imunidade.

Lula: a lula pode ser preparada e consumida de várias maneiras que vão de acompanhamentos a pratos principais. Além disso fornece vitaminas e minerais com cálcio, vitamina B12, zinco e vitamina C.

Pescada Amarela: a carne branca e com pouca espinha rende filés altos que ficam deliciosos na grelha. Oferece minerais como o magnésio, que ajudam a manter o bom humor.

Sardinha Fresca: versátil, vai bem frita, grelhada, assada, ou no molho a sardinha pode ser preparada de várias formas. Pequena, porém rica em ômega-3, cálcio e zinco.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Comercialização na CEASA-RJ tem aumento de 8,95%

                   Resultado de imagem para Comercialização na CEASA-RJ tem aumento de 8,95%
A Ceasa do Rio de Janeiro teve um aumento de 8,95% na comercialização de produtos hortifrutigranjeiros na Unidade Irajá em 2018, em relação ao ano anterior, segundo apontou o setor de Agroqualidade da Divisão Técnica da empresa.

Destaque para o subgrupo de frutas importadas, que teve um crescimento de 48,18%. Em 2018 foram comercializadas 45,6 toneladas em comparação a 23,6 toneladas em 2017.

Outro grupo que teve aumento significativo foi o de ovos. Em 2017, foram 74,1 toneladas comercializadas, enquanto em 2018 foram 112,9 toneladas, com um aumento de 34,33%.

O subgrupo de frutas nacionais teve um aumento de 7,7%. Em 2018 foram comercializados 806,9 toneladas, contra 744,7 toneladas em 2017.

O subgrupo hortaliça raiz, bulbo, tubérculo e rizoma teve um aumento de 5,33%. Em 2017 foram comercializadas 465,2 toneladas e em 2018 foram 491,4 toneladas.

O subgrupo hortaliça fruto teve um aumento de 3,8%. Em 2017 foram comercializadas 243,8 toneladas e em 2018 253,4 toneladas.

A queda ficou por conta do subgrupo: hortaliça folha, flor e haste, que comercializou 50,1 toneladas em 2018; 2,5% a menos que em 2017, quando registrou 51,4 toneladas.

No geral, a Unidade Rio de Janeiro teve um crescimento na comercialização.

Em nível comparativo, em 2018 foram 1.760,314 toneladas de produtos comercializados na unidade; 8,95% a mais que em 2017, que registrou 1.602,824 toneladas de produtos comercializados.