
Entidades de consumidores
lutam por fim de antibiótico em carne de fast food. Estudo realizado em
supermercados de SP detectou a presença de bactérias resistentes a
antibióticos em frango congelado. O problema é maior nas redes de fast
food.
A Consumers International (CI), entidade que congrega 250
congeneres representativa de consumidores de 120 países, está pedindo
para que redes McDonald’s, Subway e KFC definam um plano de ação com
prazos para eliminar gradualmente o uso rotineiro de antibióticos,
utilizados em medicina humana, em todas as cadeias de fornecimento de
carne e aves de curral.
A mobilização ocorre na Semana Mundial de
Conscientização da Resistência aos Antibióticos, evento organizado pela
Organização Mundial de Saúde. Já há adesão de 33 organizações-membro da
CI em 29 países, entre eles Japão, Coreia do Sul, França, Namíbia e
Brasil.
A Proteste Associação de Consumidores, integrante da
Consumers International, comprovou a resistência a antibióticos em
bactérias de peitos de frango congelado compradas em supermercados em
São Paulo, no início deste ano.
Foram encontradas bactérias
resistentes em 100% das 50 amostras de frango avaliadas. Esse quadro é
preocupante, podendo fazer com que, no futuro, não consigamos mais
combater infecções.
Diante desses resultados foram cobrado dos
Ministérios da Agricultura e Saúde maior fiscalização sobre a prescrição
e aplicação dos antibióticos utilizados para controle de doenças na
avicultura, de forma a garantir o uso correto. Foi pedido ainda a
instalação de sistemas de monitoramento nacional e internacional para
reduzir o impacto das resistências aos antibióticos.

Semanalmente,
a CEAGESP (Companhia de Entreposto e Armazéns Gerais de São Paulo)
prepara uma lista de produtos com os preços em baixa, estáveis ou em
alta no atacado, para você se alimentar bem e economizar mais. Confira a
lista dos produtos:
PRODUTOS COM PREÇOS EM BAIXA
Ameixa
nacional FLA, pêssego aurora, laranja seleta, coco verde, manga tommy
atkins, morango comum, laranja pera, melão amarelo, abóbora seca,
berinjela, abobrinha italiana, pepino japonês, gengibre, pepino comum,
cenoura, abóbora moranga, mandioca, cebolinha, milho verde, gengibre com
folha, couve manteiga, repolho verde, alface crespa, alface lisa e alho
porró.
PRODUTOS COM PREÇOS ESTÁVEIS
Pêssego dourado, mamão
papaya, melancia, banana prata SP, abacaxi pérola, graviola, caju,
atemóia, tangerina murcot, laranja lima, uva utália, acerola, banana
terra, uva rubi, pimentão verde, batata doce rosada, beterraba, pepino
caipira, batata doce amarela, jiló, repolho roxo, espinafre, rúcula,
nabo, mostarda, cenoura com folha e ovos branco.
PRODUTOS COM PREÇOS EM ALTA
Mamão
formosa, carambola, goiaba branca, fruta do conde, maçã estrangeira,
figo, limão taiti, maracujá azedo, maracujá doce, pera estrangeira, uva
crinsson, banana maçã, uva rosada, chuchu, cara, pimentão vermelho,
pimentão amarelo, tomate, ervilha torta, mandioquinha, vagem macarrão,
escarola, agrião, salsa, brócolos ninja, acelga, couve-flor, coentro,
rabanete, brócolos comum, batata lavada e alho nacional.
Docinhas e
suculentas, as ameixas estão sempre presentes nas ceias e festas de
final de ano. Aproveite que nesta semana, a ameixa nacional está com
preço em baixa, e saiba mais sobre as propriedades nutricionais desta
fruta saborosa, que possui bastante oferta nesta época do ano.
Cultivada
pela humanidade há mais de 2 mil anos, as ameixas contém uma série de
componentes benéficos para o nosso corpo, como potássio, fibras,
Vitaminas A e C e muitos outros. Por conta desta riqueza nutricional,
esta frutinha promove uma série de melhorias na saúde. Confira:
1- Melhora o funcionamento do sistema digestivo, através da absorção de fibras.
2 - Atua como antioxidante natural, por conta do alto teor de Vitamina C.
3- Também através da Vitamina C, fortalece o sistema imunológico contra infecções.
4- Ajuda o corpo a metabolizar os carboidratos
5 - Possui componentes que ajudam a proteger a retina dos raios solares.
Na
hora de escolher qual ameixa levar, o ideal é buscar frutas com a casca
íntegra e coloração uniforme. Por ser bastante macia, as ameixas devem
ser conservadas em geladeira para que não amadureçam demais. Também é
possível partir os frutos ao meio, remover os caroços e congelá-los por
até um ano, mas atenção: com o descongelamento, a polpa fica mais mole,
tendo uma consistência mais adequada para o preparo de sucos ou doces.
Enquanto isso a
inflação prevista para o final de 2015 é de 11%. O quilo da cebola nas
centrais de abastecimento foi o recordista nos reajustas assombrosos
para o consumidor.
Por Jorge Lopes
O consumidor
que vai ao supermercado, aos chamados Varejões ou "sacolões" já tem
notado com espanto uma alta sem precedentes nos preços dos legumes,
frutas, ovos e, geralmente, atribuindo isso aos chamados aumentos dos
tributos, energia elétrica e até mesmo o décimo terceiro salário de
funcionários. Mas, se prepare, por que esses aumentos não irão parar até
o final do ano. Pelo menos é que o que dizem produtores rurais e
comerciantes que trabalham nas principais centrais de abastecimento do
país. Os reajustes de preços nos últimos quinze dias, por exemplo, para
alguns desses alimentos já chegaram a 100%, muito acima da inflação
projetada para o ano inteiro.
De acordo com analistas
financeiros e economistas, a inflação brasileira já atingiu 2 dígitos,
com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do IBGE chegando a
registrar 9,93%, o maior desde novembro de 2004, quando o indicador
atingiu 11,02% em doze meses. E em cinco das 13 regiões analisadas pelo
IBGE, a inflação passou dos 10%. Analistas já prevêm taxas de 11% para
a inflação no apagar das luzes de 2015.
Nos alimentos, ela já
chegou até mesmo multiplicada por 10: o preço da cebola, por exemplo, já
passou dos 100% na principal central de abastecimento da América
Latina, a Ceagesp (SP), administrada pelo governo federal. Nela, o
quilo da cebola estava custando, nesta segunda-feira (16/11), R$ 3,17.
No dia 31 de outubro esta mesma cebola custava, no atacado, R4 1,49, e
fechou a semana passada em R$ 2,86.
Na Ceasa do Rio de Janeiro a
cebola está custando R$ 2,75, com a saca de 20 kg sendo vendida entre
R$ 50 e R$ 60. Na Ceasa ES, o quilo está por R$ 2, 25 e na Ceasa Minas
Gerais, a R$ 2.
Nas principais regiões produtoras de cebola do
país, como RS, SC e PR, estados castigados pelas chuvas, os preços do
quilo da cebola estão se mantendo nestes patamares: R$ 2,75, R$ 2,46 e
R$ 2,25. Houve uma grande perda na produção do estado de Santa Catarina e
isso está começando a se refletir nos preços atuais.
Segundo um
dirigente de associação no âmbito das Ceasas do Sudeste, no caso da
cebola a situação poderia ser bem pior se os comerciantes,
principalmente do sudeste do país, não comprassem cebolas importadas da
Holanda, Nova Zelândia, Espanha e Argentina que, mesmo tendo problemas
devido ao transporte feito por longa distância, que diminuía a qualidade
do produto quando era desembarcado nas centrais. "Se não fosse isso,
pode ter certeza que a saca estaria custando R$ 200", enfatiza.
Mais preços altos
O
portal CeasaCompras.com preparou uma lista com sete principais
ingredientes que não podem faltar na cozinha do brasileiro, de jeito
nenhum, além do feijão com arroz, claro. Os itens dessa cesta são a
alface, que também está com o preço absurdo nos últimos dias, o alho,
cebola, batata, limão, tomate e ovos. Vejamos:
Ceagesp (preços por quilo)
Alface R$ 8,39; alho R$ 16,17; batata R$ 3,37; cebola R$ 3,17; limão R$ 6,61; ovos R$ 2,67 (dúzia) e tomate R$ 4,13.
Ceasa Grande Rio (preços por quilo)
Alface R$ 5 (dúzia); alho R$ 12; batata R$ 1,80; cebola R$ 2;75; limão R$ 4,40; ovos R$ 2,60 (dúzia) e tomate R$ 1,87.
Ceasa Minas Gerais
Alface R$ 10 (dúzia); alho R$ 13; batata R# 2,40; limão R$ 3,50; ovos R$ 2,67 (dúzia) e tomate R$ 2,76.
Ceasa Espírito Santo
Alface R$ 6; alho R$ 13,75; batata R$ 2,80; cebola R$ 2,25; limão R$ 4,50; ovos R$ 2,52 (dúzia); tomate R$ 1,61.
Preços na região sul afetada pelas chuvas intensas
Nas
Ceasas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, nós preparamos
uma cesta com 12 tipos de alimentos e os seus respectivos preços por
quilo e dúzia.
Ceasa RS
Alface R$ 10 (dúzia); alho (R$
15), batata R$ 3; batata doce R$ 2; brócolis R$ 4,19; cebola R$ 2,75;
chuchu R$ 1,25; couve R$ 2,50; couve-flor R$ 3,33; jiló R$ 6,50; limão
R$ 5; mandioca/aipim R$ 1.
Ceasa SC
Alface R$ 9,60; alho
R$ 15; batata R$ 2,40; batata doce 1,36; brócolis R$ 3,20; cebola R$
2,46; couve R$ 2,80; couve-flor R$ 4; chuchu R$ 0,68. jiló R$ 3,13;
limão R$ 5; mandioca/aipim R$ 1,09.
Ceasa PR
Alface R$
4,67; alho R$ 10; batata R$ 1,60; batata doce R$ 1,14; brócolis R$ 1,25;
cebola R$ 2,25; couve R# 2; couve-flor R$ 2,08; chuchu R$ 0,68; jiló
R$ 3,12; limão R$ 2,80; mandioca/aipim R$ 3,63.
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Especialistas
estimam tempo para a natureza se regenerar após rompimento da barreira.
Na Região Serrana do Rio, a tragédia mudou o mapa da localidade. Veja
esse alerta publicado no Dia.
Como uma grande ferida aberta, a
natureza em Mariana (MG) e na Região Serrana do Rio levará anos para
cicatrizar e voltar a ser como antes. Assim como os moradores que vão
demorar para superar a tragédia que devastou o distrito de Bento
Rodrigues, os municípios de Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo, até
hoje, quatro anos depois, ainda não se recuperaram das chuvas que
devastaram a região, provocando a morte de mais de 900 pessoas.
Para
o geógrafo do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Uerj, Hugo
Portocarrero, será necessário pelo menos uma década para a natureza se
regenerar parcialmente. A recuperação plena é difícil prever, uma vez
que o desastre ambiental, nas duas regiões, mudou o curso de rios,
destruiu plantações e provocou mortandade de espécies. “Um desastre
dessa proporção altera o relevo. Sozinha, a natureza levará muito tempo.
Será preciso que o homem intervenha e faça o reflorestamento das áreas
atingidas”, afirma. O que, diz ele, não foi feito na Serra.
“Desassorearam os rios e fizeram contenção de encostas. Mas não foi
feito reflorestamento.”
O especialista espera que as duas
tragédias sirvam de alerta. “Obras gigantescas como as que vêm sendo
feitas implicam riscos da mesma magnitude. Infelizmente, não havia
nenhum plano de contingência”, destaca o especialista, lembrando que,
enquanto na Serra o acidente foi um fenômeno geológico, em Minas foi
geotécnico. “A cada 50 anos, ocorrem acidentes ambientais que levam ao
surgimento de morros e encostas. Em Mariana, foi diferente. Houve
ruptura de barragem por negligência governamental”, diz Portocarrero.
Ele explica que a tendência é que, com o tempo, o solo aproveite o
material que veio com a lama, como o ferro.
Para o biólogo
Leonardo Freitas, da Mosaico Ambiental, especializado em gestão de
desastres, a reocupação das áreas vai depender do poder público e da
empresa Samarco, que teve R$ 300 milhões bloqueados pela Justiça para
pagamento de indenizações às vítimas e foi multada em R$ 250 milhões por
danos ambientais — punição esta divulgada pela própria presidenta Dilma
Rousseff. “Nunca mais vai voltar a ser o que era. A tragédia foi muito
grande. Os rios foram assoreados. A natureza não vai se recuperar 100%.
Com o tempo, a correnteza vai levando os sedimentos e o homem vai voltar
a ocupar o espaço. Mas parte desses detritos nunca será retirada”,
avalia.
Na Serra, mortes seriam evitadas
Mapeamento feito
logo após a catástrofe na Região Serrana pela empresa Mosaico Ambiental,
comparando imagens de satélite, mostrou que 70% das edificações
destruídas pela enxurrada no Vale do Cuiabá, em Petrópolis, estavam em
áreas de preservação permanente e que, portanto, não deveriam estar ali.
“Se a legislação da época de ordenamento territorial tivesse sido
respeitada, mais da metade das mortes poderiam ter sido evitadas”,
constata o biólogo Leonardo Freitas. Na avaliação dele, os mais
vulneráveis são as populações de baixa renda que ocupam encostas e as
margens de rios, onde ocorrem deslizamentos e inundações.
Segundo
o ecologista Sérgio Ricardo, em Minas Gerais existem atualmente cerca
de 600 barragens de rejeitos e resíduos industriais e minerários
classificadas como de alto risco ambiental. “Esta grave situação de
risco tem sido literalmente ‘empurrada com a barriga’ há décadas”,
denuncia.
Água do rio Doce afetada por ferro e mercúrio
Lama
do rompimento das barragens mata tudo que é vida dentro do rio e no
entorno, sem contar a grande área afetada que foi riscada do mapa com o
rompimento das barragens da empresa da Vale do Rio Doce, a mineradora
gigante brasileira.
Segundo o geólogo Luiz Paniago Neves,
coordenador de fiscalização de pesquisa mineral do Departamento Nacional
de Produção Mineral (DNPM), órgão responsável pela fiscalização de
barragens de rejeitos, o rejeito de minério de ferro é classificado como
inerte, ou seja, inofensivo. Se ele chegar ao leito de um rio, por
exemplo, a água poderá ficar turva, ocorrerá uma sedimentação, mas o
consumo da água não terá impacto na saúde. Apesar disso, ainda não houve
nenhuma análise específica dos rejeitos despejados pelas barragens
rompidas.
No entanto, em Governador Valadares, uma das cidades
banhadas pelo Rio Doce, o diretor geral do serviço autônomo de água e
esgoto, Omir Quintino, disse que a água coletada para análise apresentou
alto índice de ferro, o que inviabiliza o tratamento, além de grande
quantidade de mercúrio, que é muito tóxico. Já a Samarco diz que não
havia elementos tóxicos no material, o que é uma mentira.
Segundo
o Ibama, estima-se o lançamento de 50 milhões de metros cúbicos de
rejeito de mineração, o suficiente para encher 20 mil piscinas
olímpicas, composto principalmente por óxido de ferro e sílica (areia).
O que essa lama provoca?
De
acordo com a coordenadora do núcleo de emergências do Ibama de Minas
Gerais, Ubaldina da Costa Isaac, a lama atingiu uma extensão de 80 km do
leito d’água na região. Uma das consequências é o assoreamento, ou
seja, o acúmulo de sedimentos na calha do rio, causando impactos
socioeconômicos e ambientais.
Conforme o Ibama, houve alterações
nos padrões de qualidade da água (turbidez, sólidos em suspensão e teor
de ferro). Um dos impactos é a mortandade de animais, terrestres e
aquáticos, por asfixia. Já no Rio Doce, onde chega mais diluída, a morte
de peixes ocorre pelo sistema respiratório, complementa o instituto.
BRASÍLIA
(bsb) Nesta quinta-feira (12/11) foi assinalada pelo lançamento da
Frente Parlamentar de Defesa e Valorização da Produção Nacional de Uvas,
Vinhos, Espumantes e Derivados, no salão verde da Câmara dos Deputados.
O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS) assumiu a vice-presidência da
Frente Parlamentar que tem mais de 200 participantes entre Câmara dos
Deputados e do Senado Federal. A presidência está a cargo do deputado
Mauro Pereira. O evento foi assinalado pelos pronunciamento dos
participantes, brinde com espumantes fabricados na serra gaúcha e
degustação de sucos.
Hamm, que já presidiu a Frente Parlamentar
da Fruticultura, destaca a importância da frente para contribuir com as
discussões e avanços em prol do desenvolvimento do setor.
Entre
as pautas prioritárias, o deputado destaca sobre a Medida Provisória
690/2015, que onera o setor, elevando os tributos para as bebidas
quentes, como vinhos, espumantes, cachaças, uísque, vodca, entre outras.
Hamm salienta que na próxima quinta-feira será votado o relatório da
MP. “Os vinhos que tinham uma tributação limitada a R$ 0,73 por litro
(teto do IPI com sistema atual), com esta medida, passarão a pagar uma
alíquota de 10%”, observa Hamm ao observar que o importante é reduzir a
carga tributária e não onerar o setor.
Supersimples
Outro
ponto importante enfatizado pelo deputado é em relação a inclusão dos
vinhos e espumantes no Supersimples. A proposta, que foi liderada por
Afonso Hamm para a inserção das bebidas na nova legislação das micro e
pequenas empresas, já foi aprovada no plenário da Câmara dos Deputados e
agora está tramitando no Senado Federal.
O vice-presidente da
Frente ainda observa sobre o potencial produtivo da uva e vinho, assim
como, para exportar o excedente. Somente no Rio Grande Do Sul são mais
de 15 mil famílias de pequenos produtores de uva e mais de duas mil
unidades de processamento de vinícolas em todo país. O deputado
acrescenta que a uva e vinho também contribuem na qualidade de vida das
pessoas e na saúde, conforme comprovada por médicos.
O deputado
Afonso Hamm aprovou nesta semana, na Comissão da Agricultura, a
realização de audiência pública para tratar sobre esses dois temas. O
encontro já está marcado para o dia 8 de dezembro, em Brasília, com a
presença dos representantes da cadeia produtiva.
E nome do setor,
o pronunciamento ficou a cargo do presidente do Conselho Deliberativo
do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Moacir Mazzarollo, que
ressaltou sobre a criação da Frente que servirá de elo para trabalhar
com as causas do setor, assim como, a legislação. O diretor executivo do
Ibravin, Carlos Paviani, apresentou os dados produtivos do setor.
As
manifestações também ficaram a cargo dos presidentes da Associação
Gaúcha de Vinicultores (Agavi), Evandro Lovatel; da Federação das
Cooperativas Vinícolas do RS (Fecovinho), Oscar Ló; União Brasileira de
Vitivinicultura (Uvibra), Dirceu Scottá; o presidente da Associação
Brasileira das Indústrias de Suco de Uva (Asbrasuco), José Carlos
Stefenon; o pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, José Fernando da Silva
Protas; o presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de
Viticultura, Vinhos e Derivados e do Sindicato da Indústria do Vinho de
Jundiaí, Humberto Cereser e o presidente da Vinhosaf, Gualberto de
Almeida.