segunda-feira, 20 de abril de 2015

"Repórter Sacolão" - Batata com o preço lá embaixo


    R$ 0,98 o quilo da batata. Inacreditável diriam alguns consumidores. Mas quem passava na manhã deste domingo na porta do "sacolão" situado na esquina das Ruas Magno Martins com Comendador Bastos, na Freguesia, Ilha do Governador, bairro da Zona Norte carioca, se espantava com o preço oferecido, desenhado com letras vermelhas em um cartaz de fundo amarelo. Há duas semanas, os preços tinham chegado quase na estratosfera, e preocuparam durante a Semana Santa, mas o importante é que o preço da batata despencou e parece que ficará assim por mais alguns dias. Talvez suba um pouquinho por conta de dois feriados nesta semana: o desta terça-feira, 21, e o de São Jorge, na quinta-feira, dia 23, fazendo com que muitas mercadorias não cheguem na central de abastecimento fluminense, no Irajá, Zona Norte, e do Colubandê, no município de São Gonçalo, Região Metropolitana.

Outros preços que chamavam a atenção, um deles era o quilo do chuchu, vendido a R$ 0,56, seguido das laranja pera e do limão a R$ 1,98, e da dúzia de ovos a pouco mais de R$ 2.  O comerciante havia abastecido a loja na sexta-feira e no sábado, pela manhã, depois de comprar na Ceasa do Irajá.

Então, fomos analisar os preços divulgados pela diretoria técnica da central de abastecimento e verificamos que a caixa com 20 quilos de chuchu estava a R$ 10 o maior, e a R$ 4, o menor; a saca de batata, com 50 kg, fora vendida a R$ 70 a grande, e R$ 45 a pequena; a laranja pera, caixa com 25 kg, vendida a R$ 23, e a do limão tahiti, também com 25kg, a R$ 30. Não fica por aí, a caixa com 30 dúzias de ovos brancos custava R$ 70.

No caso das frutas, encontramos a laranja seleta, caixa com 27 kg, a R$ 25, devendo provocar uma queda para centavos, já que há poucos dias, na feira livre e nos sacolões, tanto a pera como a seleta, custavam R$ 4 a dúzia. Um absurdo.

A cebola, o tomate e o alho, ainda vão permanecer com os preços acima da média. O tomate estava sendo vendido, caixa com 22 kg, a R$ 100. O mesmo preço da caixa de alho. Já a cebola, saca com 20 kg, custava R$ 50.

Estamos de olho no mercado.


EXCLUSIVO - Ceasa do Rio passa na frente da Ceasa Minas


   O total comercializado pela central de abastecimento carioca deu um salto qualitativo de 3,34%, na comercialização dos produtos em 2014.


Depois de amargar uma perda no ranking para a Ceasa mineira, durante algum tempo, quando ficou em terceiro lugar no total arrecadado com a venda dos seus produtos, a Ceasa do Irajá, bairro da Zona Norte do Rio, deu um salto importante, de acordo com pesquisa divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), boletim hortigranjeiro.  O Portal CeasaCompras.com.br teve acesso aos dados, considerados dos mais importantes, que traçam uma radiografia de quase todas as centrais brasileiras. Nos concentramos, principalmente, naquelas da Região Sudeste do país, as que mais sofreram com a estiagem do ano passado. Rio de Janeiro, São Paulo, Minas gerais e Espírito Santo tiveram suas áreas rurais muito afetadas pela falta de chuvas e a consequente falta de água nas regiões produtoras.

Um outro detalhe importante que foi diagnosticado se refere o volume decorrente das vendas, que significa o aumento de preços de muitos produtos por conta disso. Os dados fazem um contraponto entre o que foi vendido em 2013 com o que foi vendido em 2014. Somadas as 51 Ceasas pesquisadas, os valores totais chegaram a R$ 28.044.069.838,34, num aumento de 5,02% em 2014. Não é porque venderam muito, é por que os hortigranjeiros subiram de preços, muitas vezes chegando a dobrar, como foram os casos do tomate, batata, entre outros.

Para termos exemplos que marcam essas vendas, separamos os maiores locais de vendas: na Ceagesp da capital paulista, o crescimento foi de 14,88%, saltando de R$ 6,111 bi (2013) para R$ 7,021 bi (2014). Em segundo lugar ficou a Ceasa do Irajá (RJ), que cresceu 3,34%, comercializando R$ 2,935 bi (2013) e R$ 3,033 bi (2014). A Ceasa da Grande Belo Horizonte (MG) cresceu apenas 0,16%, saltando de R$ 2,279 bi (2013) para 2,282 bi (2014).  Já na Ceasa da Grande Vitória (ES), o crescimento foi também de apenas 1,45%, de R$ 904,299 milhões para R$ 917,374 milhões.

A bem da verdade, nós chegamos a acompanhar os preços praticados durante todo o ano passado por essas centrais de abastecimento e pudemos constatar que em Minas e no Espírito Santo, os preços não chegaram a aumentar tanto como nas outras duas que lideram a enquete econômica.

Veja a evolução das vendas em cada central, no período 2013/2014:

CEAGESP -
Araraquara:  R$ 65.399.296,72 ;  R$ 86.297.284,90  (31,95 %)
Bauru: R$ 132.572.667,83 ;  R$145.639.976,30  (9,86%)
Franca: R$ 20.551.228,91; 24.580.708,06 (19,61)
Marília:  R$ 23.532.343,83;  R$ 27.973.106,88 (18,87)
Piracicaba: R$ 71.726.296,59: R$ 75.059.509,50 (4,65%)
Presidente Prudente: R$ 85.874.164,71; R$ 144.721.485,14 (68,53%)
Ribeirão Preto: R$ 313.634.617,02; R$ 396.729.770,61 (26,49%)
São José do Rio Preto: R$ 156.123.025,32; R$ 182.378.927,21 (16,82%)
São José dos Campos:  R$ 181.821.800,92; R$ 168.835.173,02 (-7,14%)

São Paulo: R$ 6.111.802.053,54; R$ 7.021.089.222,81 (14,88%)

Sorocaba: R$ 162.908.795,27; R$ 194.591.041,65 (19,45%)

CEASA-ES -

Cachoeiro do Itapemirim: R$ 32.150.230,25; R$ 40.227.922,41 (25,12%)

Vitória: R$ 904.299.736,33; R$ 917.374.559,46 (1,45%)

CEASAMINAS -

Caratinga: R$ 59.284.864,72; R$ 64.165.997,92 (8,23%)
Governador Valadares: R$ 69.765.725,44; R$ 63.892.143,22 (-8,42%)

Grande Belo Horizonte: R$ 2.282.976.402,69; R$ 2.279.243.468,80 (-0,16%)

Juiz de Fora: R$110.794.898,21; R$ 101.662.993,82 (-8,24%)
Uberlândia: R$ 392.237.115,85; R$ 433.816.377,31 (10,60%)
Barbacena: R$ 27.523.811,86; R$ 29.672.128,28 (7,81%)

CEASA RJ -

Mercado do Produtor Ponto de Pergunta: R$ 27.444.000,00; R$ 37.653.000,00 (37,20%)
Nova Friburgo: R$ 21.794.000,00; R$14.570.000,00 (-33,15%)
Paty de Alferes: R$ 23.960.000,00; R$19.858.000,00 (-17,12%)

Irajá: R$ 2.935.579.000,00; R$ 3.033.700.000,00 (3,34%)

São Gonçalo: R$ 274.545.000,00; R$ 306.935.000,00 (11,80%)

Mercado Municipal
Campinas (SP): R$ 1.077.038.281,32; R$ 1.098.485.


Banana da Terra é destaque na Ceasa capixaba


   A fruta foi muito comercializada na Unidade Regional, localizada em Colatina.

O mercado da Unidade Regional Noroeste, das Centrais de Abastecimento do Espírito Santo (Ceasa/ES) em Colatina, fechou o mês de março com 1.839. 695 quilos vendidos, gerando movimentação financeira de R$2.973.115,78. Os últimos três meses deste ano totalizaram 5.189.495 quilos de produtos comercializados na unidade.

Dentre as 50 variedades de produtos vendidos, o destaque foi para a Banana da Terra, produzida no município de São Roque do Canaã, com 211.960 quilos. A melancia, os ovos, o repolho híbrido, o tomate, a laranja, a batata e a cebola também foram os alimentos que apresentaram maior oferta durante o mês.

Segundo o gerente técnico das Unidades Regionais, Marcos Antônio Cossetti Magnago, apesar dos números indicarem uma pequena queda, podemos considerar que o resultado disto foi devido à seca nos últimos meses. “Quando comparados aos dois últimos trimestres, tecnicamente consideramos normal, ou melhor, dentro de nossas previsões. A seca imposta pela natureza no período de dezembro a março de 2015 impactou consideravelmente a agricultura e a horticultura, portanto estamos agora tendo reflexos daquele período de estiagem”, ressalta Magnago.

Os municípios que mais ofertaram produtos na Unidade foram Cariacica, com 408.183 quilos; seguido de Santa Maria de Jetibá, com 311.608 quilos; Colatina, 240.738 quilos, Santa Teresa com 155.459 quilos, Linhares com 116.120 quilos; e São Roque do Canaã, 262.116 quilos. Outros municípios que contribuíram na oferta foram Governador Lindenberg, com 77.446 quilos; Marilândia, com 65.450 quilos; Itarana com 50.829 quilos, Baixo Guandu com 44.378 quilos, São Domingos do Norte, com 36.640; Domingos Martins, com 9.520 quilos; e São Gabriel da Palha, com 4.800 quilos.


Mamão papaia, alface, tomate e cebola são os novos vilões no mercado


  O mamão ficou até 34,43% mais caro no país, em março, na comparação com fevereiro. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que divulgou ontem, quinta-feira, os preços médios das principais frutas e hortaliças de cinco Centrais de Abastecimento (Ceasas), a fruta foi a que mais subiu entre cinco analisadas: banana, laranja, maçã, mamão e melancia. A menor variação foi encontrada na Ceasa do Paraná, onde o preço subiu 12,07%. Já a maior alta foi na Ceasa de São Paulo. No Rio, a fruta ficou, em média, 22% mais cara.

Newton Araújo Júnior, coordenador do programa Prohort, da Conab, explica que os preços do mamão subiram porque a safra do Espírito Santo, o maior estado produtor, atrasou este ano.

"Lá teve um problema de produção, por causa da chuva. Eles atrasaram o plantio. A gente está prevendo que isso vai aliviar (ou seja, os preços vão começar a cair) em meados de junho ou início de julho".

Já a melancia teve redução de preços entre 8,76%, na Ceasa de Minas, e 23,81%, na Ceasa do Rio.

Entre as hortaliças, alface e cebola ficam mais caras

Entre as cinco principais hortaliças avaliadas — alface, batata, cebola, cenoura e tomate —, a alface apresentou elevação de preços em Vitória, São Paulo e Belo Horizonte. Na capital mineira, a alta foi de 58,23%. Segundo Newton, o aumento se deve à elevação dos custos de produção.

"Principalmente em relação aos insumos, como combustíveis e mão de obra. A maior alta, em Minas Gerais, se deve aos investimentos em irrigação e também com relação aos insumos, cujos preços estão associados ao dólar. Tudo isso exceto no Rio de Janeiro e no Paraná, onde houve queda dos preços. Onde não teve aumento é porque os perímetros produtivos não tiveram esses problemas ainda. No Rio, por exemplo, o circuito produtivo (tempo e distância do início da cadeia de produção até o final) é menor que em São Paulo", disse o especialista

De acordo com a Conab, os preços médios da cebola subiram em todos os mercados estudados, chegando a uma alta, em relação a fevereiro, de aproximadamente 45,85%, em São Paulo.

No boletim da Conab, o tomate, por sua vez, subiu até 21,80% em todas as Ceasas, exceto na capital paulista. Já a batata segue apresentando queda nos preços, que baixaram entre 3,24% (Ceasa/MG) e 17,34% (Ceasa/PR). A redução se deve ao término da safra das águas (colheita de dezembro a março, que concentra 52% da quantidade ofertada no ano)

O boletim da Conab considerou, nesta edição, as Ceasas dos estados São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Paraná.


sexta-feira, 17 de abril de 2015

Consumidor derruba venda de frango



   De acordo com análise publicada na Folha,  o mercado de frango, que manteve os preços em R$ 2,40 por quilo de ave viva por 36 dias em São Paulo, começa a perder sustentação. Aguarde uma queda de preços bem significativa. No entanto, a carne de boi segue subindo de preço. Supermercados mantém alguns deles já há semanas, com o mesmo preço.

A queda de preço, iniciada no final da semana passada, se ampliou e a ave viva foi negociada a R$ 2,25 por quilo nas granjas paulistas nesta quinta-feira (16/4). O recuo dos preços ocorre devido à conjugação de vários fatores, segundo Heloísa Xavier, diretora da Jox Assessoria Agropecuária, consultoria especializada no setor. Ao mesmo tempo em que a oferta de frango aumentou, as exportações estão fracas e o brasileiro sofre os efeitos da crise econômica, reduzindo o consumo.

Ao contrário do que se imaginava, abril está sendo um período atípico, segundo Xavier. Nem mesmo o pagamento dos salários, no início deste mês, deu sustentação à demanda pelo produto.

Além de um cenário pouco favorável para os consumidores, o aumento de oferta de frango não vem apenas das granjas independentes -em geral, as primeiras a aumentar o volume de oferta em período de baixa de preços. As granjas integradas, unidades que já têm a produção destinada a frigoríficos específicos, também estão colocando mais frango à venda.

Segundo a diretora da Jox, a oferta de frango fica ainda mais acentuada porque a ave, normalmente vendida com 2,5 a 3 quilos de peso, chega a até 4 quilos neste mês.

As exportações também não têm favorecido o enxugamento do mercado. Dados divulgados pela Secex (Secretaria de Comércio Exterior) nesta semana indicam que as vendas externas de frango "in natura" apresentam queda de 2% em relação às de abril do ano passado. No mesmo período, as exportações de carne suína recuaram 3%. Já as de carne bovina aumentaram 5%.

No mercado interno, o frango também não é o único a apresentar queda de preço, afirma Xavier. A demanda fraca por proteínas afeta os patamares de negociações de ovos e das demais carnes no mercado paulista.

Pesquisa diária da Folha indica que a arroba de carne suína teve recuo de 12% nos últimos 30 dias nas granjas paulistas. Já o frango acumula recuo de 6% no período.

Na contramão, a arroba de boi gordo teve alta de 5%, devido à oferta restrita de animais para o abate. Nós, do Ceasa Compras, se você se lembra, já havíamos alertado para isso, devido a atuação dos pecuaristas que estão retendo o gado no pasto para força uma melhora de preços. Segundo o IBGE, o preço da carne ao consumidor já chegou a 17% de reajuste em apenas um ano.


quinta-feira, 16 de abril de 2015

Turismo Rural : Vale do Café fluminense investe na qualificação do turismo regional

Objetivo é fortalecer diálogo e ações entre trade da região e o governo estadual.


 
Vassouras reuniu nesta sexta-feira, dia 10/04, representantes da Secretaria de Estado de Turismo do Rio de Janeiro (Setur-RJ), da Companhia de Turismo do Estado do Rio de Janeiro (TurisRio) e dos municípios da Região do Vale do Café para o Terceiro Fórum Regional de Fortalecimento do Turismo do Estado do Rio de Janeiro.


O objetivo é firmar a parceria da Setur-RJ com as secretarias das regiões, mostrar os projetos que estão sendo desenvolvidos e auxiliar as cidades com suas demandas. Nilo Sergio Felix, Secretário de Estado de Turismo, esteve presente e se colocou a disposição para atender a todos os municípios e empresários presentes. Ele ressaltou a importância da união entre as regiões. “Vou estar sempre à disposição de projetos dos municípios, mas precisamos ver o coletivo, o que vai ajudar a todos”.

 Nilo enfatizou suas principais metas como Secretário de Turismo. Entre elas estão a realização dos projetos aprovados do Prodetur, a liberação de vistos para americanos e o ICMS Turístico. “Se conseguirmos 0,25% do ICMS do Estado para o turismo, assim como é com a cultura e o esporte, será uma grande conquista para o interior do Rio”.

Além do secretário, também estiveram presentes o prefeito de Vassouras, Renan Vinícius, Paulo Senise, Presidente da TurisRio, representantes dos municípios da Região do Vale do Café, do INEA, da ABIH, do Instituto Cultural Cidade Viva, do Museu da CBF, da Comissão de Turismo da ALERJ, entre outros. Participaram ainda do evento a chefe de gabinete da secretaria Estadual de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca, Nea Cristina Mariozz, que falou sobre a importância e o potencial do artesanato no estado Rio; e a vereadora Rosi Farias, que ajudou a organizar e viabilizar o evento.

- Esta parceria da cidade com a Setur-RJ surge num momento ideal. Nosso secretário, Nilo Sergio tem grande carinho por nossa região, e como profissional do setor vai nos ajudar a ampliar nosso potencial turístico - explicou a vereadora.

Nilo Sergio Felix ainda antecipou uma ótima notícia para o interior do Rio de Janeiro. Ele informou que durante o Rock In Rio que acontecerá em Las Vegas, nos Estados Unidos, será exibido um vídeo institucional de 1 minuto e meio que mostrará as belezas do estado do Rio como um todo. Nele os turistas serão convidados a conhecer os municípios. O vídeo será divulgado em mais de 300 países, que estarão transmitindo o evento.


Circuito gastronômico no Rio vai reunir dez comunidades pacificadas

    
Moradores e visitantes poderão degustar diversos pratos locais. As inscrições estão abertas.

O Sebrae/RJ (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Estado do Rio de Janeiro) abriu as inscrições para a edição 2015 do Circuito Gastronômico Sebrae na Mesa em Comunidades. O evento será realizado nos dias 5, 6, 12, 13, 19 e 20 de setembro e acontecerá simultaneamente em 10 comunidades pacificadas: Santa Marta, Tabajaras/Cabritos, Chapéu Mangueira/Babilônia, Vidigal, Rocinha, Providência/Morro do Pinto e Salgueiro.

A iniciativa é uma das ações que compõem o Projeto de Fortalecimento da

Gastronomia em Comunidades de Baixo IDH do Sebrae/RJ. Os interessados em participar do circuito poderão fazer sua inscrição até o dia 4 de maio, pelo telefone 0800 570 0800. Durante o circuito, os moradores das comunidades e os visitantes poderão degustar pratos autênticos da Culinária Carioca de Raiz, criados e produzidos nas comunidades pacificadas.

O circuito visa fomentar o desenvolvimento dos bares e restaurantes das áreas pacificadas para aumentar a sustentabilidade desses negócios, por meio do aumento da lucratividade e da competitividade dessas empresas. De acordo com o gerente de articulação institucional do Sebrae, Frederico Novaes, o evento é um estímulo para os negócios locais, além de ter um cunho social.

- Este tipo de evento é uma oportunidade de aproximação de diversas áreas do Rio de Janeiro para gerações de novos negócios. O turista vai para a comunidade e pode interagir com o morador. É um desafio para integrar a cidade como um todo - disse Frederico.

O Circuito Gastronômico Sebrae na Mesa em Comunidades é organizado pelo Sebrae/RJ em parceria com o Rio+Social, AgeRio (Agência Estadual de Fomento), UPP (Unidade de Polícia Pacificadora), NBS Rio+Rio, Favela Orgânica, Tabritur, Favella Inn e Coral, além das associações de moradores.