sábado, 4 de fevereiro de 2017

Camarão é o grande destaque na Ceagesp


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Festival da Pescados, que tornou-se um marco gastronômico da central paulistana de abastecimento, inicia fevereiro com sete opções de camarão. Tem também lagosta.

O Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp – Edição Verão – começa este mês de fevereiro com sete receitas de camarão no cardápio desta quinta semana do evento. De quinta a domingo (02 a 05 de fevereiro), o público vai comer à vontade, além dos camarões, mais de  30 opções de pratos, pagando o preço fixo de R$ 64,90 por pessoa (valor não inclui bebidas, sobremesas e pratos à la carte).

Camarão na Moranga, Risoto de Camarão, Camarão ao Molho Quatro Queijos, Lasanha de Camarão, Escondidinho de Camarão, Camarão Crocante com Tártaro e Limão e o Camarão Assado no Espeto são algumas das atrações desta semana. Vermelho Assado Inteiro, Bacalhau Fresco com Pupunha e Catupiry e Pescada Branca Amalfitana são os peixes que a Ceagesp destaca nesta primeira semana de fevereiro.

No valor, também estão incluídos todos os pratos de entrada (Acarajé, Caldinho de Sururu), saladas de frutos do mar (Vinagrete de Polvo, Marisco com Alho e Salsa e Lula Grelhada com Limão, Chilli e Rucula), complementos (Pirão de Peixe, Arroz Branco, Farofa Crocante, entre outros). Tudo isso, sem contar a Paella Marinera gigante, servida num tacho de 1,20 m de diâmetro e o Fish and Chips, peixe frito com batatas, servido nas mesas à vontade com os camarões assados no espeto.

Lagosta à parte

Quem preferir pagar um pouco mais, pode pedir como prato adicional a Cauda de Lagosta Sapateira ao Molho Thermidor. Esse prato extra custa R$ 35 a unidade e é cobrado separadamente do preço do Festival.

FESTIVAL DO PESCADO E FRUTOS DO MAR CEAGESP – Edição Verão

•    Quando: Até 26 de fevereiro (quinta a domingo).
•    Preço: R$ 64,90 por pessoa (exceto bebidas, sobremesas e pratos à la carte).
•    Horários: Quintas e Sextas: das 18h às 24h; Sábados: das 11h30 às 24h. Domingos: das 11h30 às 17h. (Excepcionalmente, nesta quarta-feira, abre para o almoço, das 11h30 às 17h)
•    Local: Espaço Gastronômico Ceagesp.
•    Endereço: Av. Dr. Gastão Vidigal, alt. do nº 1.946 (Portão 4 da Ceagesp).
•    Estacionamento: R$ 10 (preço fixo por todo o período, mediante carimbo da organização)
•    Reservas: 11-3645-0481

Preços dos alimentos atingem nível mais alto

Desde fevereiro de 2015, produtos como cereais, óleos vegetais, laticínios, carne e açúcar ficaram mais caros em janeiro pelo sexto mês consecutivo, segundo a FAO. Os preços internacionais dos alimentos atingiram em janeiro seu nível mais alto, apesar de os mercados globais estarem bem abastecidos.

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A Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO) informou nesta quinta-feira (2) em comunicado que o índice que mede a evolução dos preços dos alimentos básicos chegou aos 173,8 pontos, o que representa um aumento de 2,1% em relação a dezembro e de 16,4% frente ao mesmo mês do ano anterior.

Os preços de produtos como cereais, óleos vegetais, laticínios, carne e açúcar aumentaram em janeiro pelo sexto mês consecutivo, em comparação com a tendência à queda dos últimos cinco anos.

As principais altas foram a do açúcar, que ficou 9,9% mais caro pelas menores expectativas de produção no Brasil, na Índia e na Tailândia, e a dos cereais, cujo preço subiu 3,4%, seu maior nível dos últimos seis meses.

A FAO detalhou que os mercados de trigo sofreram com as condições meteorológicas desfavoráveis para seu cultivo e as menores plantações nos Estados Unidos, assim como a forte demanda de milho e as dúvidas sobre sua produção na América do Sul.

Os preços globais do arroz também aumentaram, em parte devido ao programa estatal de compras da Índia, que reduziu as remessas para exportação do país.

Os óleos vegetais tiveram uma alta em seus preços de 1,8%, sobretudo pela lenta recuperação da produção de azeite no Sudeste Asiático, segundo a nota, que acrescentou que os produtos lácteos e a carne se mantiveram estáveis.

Esse aumento mensal do índice geral contrasta com o alto nível dos estoques mundiais de cereais, que estão em torno dos 681 milhões de toneladas e que poderiam atingir um nível sem precedentes ao final de 2017.

Para este ano, as primeiras perspectivas de produção de cereais são desiguais, já que os baixos preços podem levar os agricultores norte-americanos o plantio, ao contrário do que se espera na Rússia.

Seja um coelho e tanto para a sua saúde


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Da cenoura ao brócolis, use até as folhas na sua alimentação diária.  Você não vai se arrepender. Deixadas de lado por todos, comerciantes e consumidores, indo geralmente para o lixo, as folhagens de algumas hortaliças rendem pestos, tortas, picles e vão bem em saladas, refogadas no prato ou como tempero de outras receitas

Folhas de ingredientes como cenoura, beterraba, nabo e brócolis não são só comestíveis como também saborosas e nutritivas. Algumas são mais amargas, outras mais suaves, mas todas podem render receitas além de ser só mais um item no caldo de legumes ou no suco verde.

Cruas ou cozidas, podem ser protagonistas em tortas, pestos, picles, saladas, sopas ou cremes. Há duas semanas, um tempurá de folha de cenoura apareceu no Instagram da chef Telma Shiraishi, como parte do menu do Aizomê, mostrando diferentes usos que as folhas podem ter: “Uma linda renda verde!”

Infelizmente, o mercado não estimula o consumo e, na maioria das vezes, elas vão parar no lixo. Fica difícil encontrá-las e saber que destino lhes dar. Nops sacolões e nas feiras livres isso pode ficar um pouco mais fácil. Nas feiras, por exemplo, alguns feirantes vendem as cenouras, por exemplo, como ramas. Isso acontece também com a beterraba.

Nos supermercados, a cenoura já vem lavada, sequinha, sem pelos ou folhagens, de tamanho padrão. Impossível achar uma folha solta na saca que chega de grandes plantações. “Se você encontrar e pedir uma rama da beterraba, o comerciante até te dá de graça. É a lógica de jogar a folhagem fora”, diz Paloma Zaragoza, que em seu espaço Como Me Lo Como promove jantares, workshops e outros eventos em que o foco é o aproveitamento total dos alimentos.

Em geral, essas partes são encontradas em feiras e hortifrútis, a partir de contato direto da empresa com produtores próximos da capital, para que as folhagens cheguem aqui e cheguem bem. Em quitandas e comércio de orgânicos, é mais fácil vê-las expostas – e mais difícil alguém deixá-las para trás.

Em São Paulo, um desses espaços é a Quitandoca, de Gabriela Mattos, que comercializa orgânicos em Pinheiros e também dá o caminho das pedras para os clientes. Faz pesto com as folhas da cenoura e tahine, torta salgada com folhas de beterraba no lugar de espinafre, ensina a usar os talos grossos do brócolis.

“Tem coisa que a gente acaba não pedindo para o produtor porque não tem saída, como pancs (plantas alimentícias não convencionais) ou a flor da abóbora, que é uma delícia empanada”, conta Gabriela. 

“Todas essas folhas rendem bons tempurás”, completa Paloma, que ainda joga luz sobre os talos (de brócolis, couve-flor, o “olho” do repolho), que na sua cozinha viram picles. “Depois, o azeite da conserva fica uma delícia puro, bem aromatizado.” Na cozinha da chef Renata Vanzetto também vira picles o talo da taioba, folha grande usada em outros preparos.

Como usar as folhas

    ERVA DOCE

    Também conhecido como funcho, a sua folhagem se assemelha muito ao sabor do dill, com leve sabor de anis e adocicada. Pode ser usada para assar com peixes e finalizar pratos leves. 

    BETERRABA

    Pode ser substituta do espinafre ou da couve em tortas salgadas, é levemente amarga. Vai bem também refogada, assim como a couve. Paloma Zara... Leia mais

    NABO

    Come-se como se fosse couve, melhor refogada com cebola, alho e azeite. Podem ser acompanhamento num prato ou ainda integrar uma sopa portugu... Leia mais

    RABANETE

    Folha boa para se comer crua, como alface ou rúcula. De sabor suave, vai bem em salada com outras folhas ou mesmo puras. Mas, como é bastante... Leia mais

    BRÓCOLIS

    Assim como os da couve-flor, os talos do brócolis (superiores e inferior) vão bem em cubinhos em sopas ou incluir em algum purê, ao lado de b... Leia mais

    SALSÃO

    Em vez de só jogá-la dentro do caldeirão de caldo de legumes, a chef Janaina Rueda já ensinou, em aula para merendeiras no ano passado, que o... Leia mais

    ERVA DOCE

    Também conhecido como funcho, a sua folhagem se assemelha muito ao sabor do dill, com leve sabor de anis e adocicada. Pode ser usada para assar com peixes e finalizar pratos leves. 

    BETERRABA

    Pode ser substituta do espinafre ou da couve em tortas salgadas, é levemente amarga. Vai bem também refogada, assim como a couve. Paloma Zara... Leia mais

 Não jogue fora

Se parte do drama do desperdício é a ignorância, outra é o preconceito com alimentos feios ou amassados, ainda assim não estragados. Por ano, são cerca de R$ 3 trilhões de comida jogada no lixo no mundo, segundo a FAO (braço da ONU para a alimentação). 

No ano passado, o estrelado chef italiano Massimo Bottura chamou a atenção para o problema servindo no Rio refeições feitas com ingredientes que iriam para o lixo dentro do RefettoRio, criado com a Gastromotiva e lançado durante a Olimpíada.

Em São Paulo, associações como o Banco de Alimentos ajudam a dar destino ao excedente de ingredientes de supermercados e cozinhas de produção. Levada a instituições, a comida que iria para o lixo alimenta mais de 20 mil pessoas por mês.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Em safra, pequi faz a festa dos produtores


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Quem não conhece o tradicional arroz com pequi? Pois saiba também que essa fruta é um árduo combate aos males do nosso organismo.

Pequiá, grão-de-cavalo, suari e amêndoa-de-espinho são apenas alguns dos nomes populares da fruta mais conhecida como pequi. Nativa do cerrado brasileiro, a versão da fruta beneficiada, ou seja sem casca e vendida em bandejas, vem ganhando espaço na CeasaMinas, o que representa oportunidade de renda complementar aos produtores. Nutricionalmente, pesquisa da Universidade de Brasília (UNB) apontou que o óleo de pequi é capaz de reduzir lesões em atletas, graças, entre outras características, a seu efeito anti-inflamatório.

"No início, quando o pequi vinha com casca, e dentro do saco plástico, o comprador não tinha como ver a qualidade do fruto internamente. Ele levava daquele jeito, tinha que descascar depois e ainda corria o risco de encontrar fruto com danos, o que gerava muitas perdas", lembra o produtor Márcio José da Silva, do município de Santana do Pirapama (MG).

Ele afirma que percebeu o aumento das vendas na década de 90, quando passou a comercializar a fruta nas bandejas (de 300 gramas apx), descascada e selecionada. Além de mais vendas, a rentabilidade também aumentou, com a agregação de valor. "Consegui uma valorização da ordem de 60% do pequi depois que passei a beneficiá-lo", ressalta.

No comparativo de 1 a 25 de janeiro de 2017 em relação ao mesmo período do ano passado, houve uma valorização de 31,1% no preço médio do quilo, que passou de R$ 2,89/kg para R$ 3,79/kg no atacado. Já a oferta aumentou 14%, indo de 124 toneladas para 142 t.

Houve anos em que a oferta foi menor. Por não receber maiores tratos de cultivo, os pequizeiros são mais suscetíveis às condições climáticas, o que contribui para as variações de preço e oferta na CeasaMinas, entre um ano e outro, conforme explica o chefe da Seção de Informações de Mercado da CeasaMinas, Ricardo Fernandes Martins.

"Percebi um aumento de 50% na procura de uns cinco anos pra cá, depois que passei a trazer o fruto na bandeja", afirma Luiz Cláudio Ribeiro, produtor de São Joaquim de Bicas (MG). Apesar de otimista quanto à demanda, Ribeiro lamenta a devastação de muitos pequizeiros em sua região, por conta, segundo ele, da presença de grandes indústrias.

Procedência

No ano passado, 90% da oferta de pequi no entreposto de Contagem foram provenientes de cinco municípios mineiros: Santana do Pirapama; Paraopeba, Jequitibá, Curvelo e Cordisburgo. Com exceção de Curvelo, todos pertencem à microrregião de Sete Lagoas, a cerca de 75 quilômetros da capital.

"A nossa região tradicionalmente é a primeira a trazer o pequi para o mercado, no mês de novembro. Com isso, é possível aproveitarmos a melhor época, quando o preço ainda está mais alto", afirma Márcio José da Silva. A safra do pequi vai de novembro até fevereiro.


Óleo de pequi é aliado de atletas

Estudo coordenado pela Universidade de Brasília (UNB) revelou que o óleo de pequi demonstrou efeitos benéficos contra a oxidação do corpo em atletas. Essa oxidação ocorre normalmente de forma muito intensa em praticantes de esportes de longa duração e intensidade.

No estudo, 126 atletas correram uma maratona e fizeram os exames iniciais. Depois disso, usaram 400 mg de óleo de pequi em cápsulas durante 14 dias. Após este período, correram uma nova prova e realizaram mais testes a fim de analisar os radicais livres, pressão arterial e colesterol.

Os resultados mostraram que, após ingerirem as cápsulas, os atletas tiveram menos inflamação muscular, menos danos às células e menor estresse oxidativo. Foram verificados também benefícios ligados à proteção cardiovascular, prevenção de aterosclerose e redução de pressão arterial.

Pequi no tratamento contra o câncer

Outra pesquisa, também da UNB, concluiu que a fruta é capaz de proteger as células dos efeitos colaterais das drogas usadas no tratamento de câncer. Os testes estatísticos aplicados em animais revelaram que o pequi, além de amenizar a ação degenerativa das drogas, não afeta a multiplicação das células sadias.

Melão amarelo e pimentões estão mais em conta


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Semanalmente a CEAGESP (Companhia de Entreposto e Armazéns Gerais de São Paulo) prepara uma lista com produtos com os preços no atacado em baixa, estáveis ou em alta, para você se alimentar bem e economizar mais. Confira a lista dos produtos:

PRODUTOS COM PREÇOS EM BAIXA
Goiaba vermelha, figo roxo, limão taiti, pêssego nacional, mamão formosa, melão amarelo, mamão papaia, batata doce rosada, abóbora paulista, pepino comum, beterraba, abóbora moranga, pimentão verde e vermelho, acelga, beterraba com folha, erva doce, couve manteiga, alho porró, repolho verde, repolho roxo, nabo, rúcula, cebolinha, milho verde, alho chinês, batata lavada, cebola nacional, canjica.

PRODUTOS COM PREÇOS ESTÁVEIS
Abacate, maracujá azedo, pinha, ameixa nacional, uva rosada, carambola, goiaba branca, laranja seleta, manga palmer, caju, acerola, abobrinha brasileira, pepino caipira, abóbora japonesa, abóbora seca, mandioca, cenoura com folha, batata escovada, ovos branco.

PRODUTOS COM PREÇOS EM ALTA
Lichia, morango, melancia, lima da pérsia, uva thompson, banana prata, laranja lima, maçã nacional, maçã importada, pera importada, laranja pera, coco verde, abobrinha italiana, cenoura, batata doce amarela, ervilha torta, mandioquinha, rabanete, brócolis, brócolis ninja, alfaces, chicória, espinafre, rúcula, coentro, couve flor.

Ceagesp tem fruta que é uma bomba a nosso favor

 Você conhece uma fruta chamada olho de dragão - também conhecida como logan? 

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É uma novidade que está sendo comercializada desde o início de janeiro no mercado de frutas da central de abastecimento paulista.
 
De origem indiana e muito comercializada na China ela é composta por carboidratos, gorduras, cálcio, proteínas, vitamina C, A, B1 e B2, o olho de dragão também é fonte de ferro e potássio.
 
Quando ela se encontra fresca possui um gosto adocicado lembrando muito o gosto do melão, sendo muito usada nesse estado em países da Ásia como remédio para febre.
Por outro lado, a fruta seca serve para combater problemas de insônia, pode também ter suas folhas como remédio para evitar o envelhecimento precoce da células.
 
A fruta recebe o nome popular de olho de dragão, pois o contraste da cor da fruta com sua semente se assemelha a um olho.
 
 No Brasil ela é encontrada na cidade de Irapuru na região oeste de São Paulo.
 
Na CEAGESP ela é comercializada no pavilhão de frutas MFE-B no box do Luma com o preço de R$ 50,00 no atacado, contendo quatro cumbucas.
O período da colheita (sazonalidade) do olho de dragão vai de janeiro até março.

Preços de frutas e verduras caem na maioria das Ceasas


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                   Espinafre teve a maior baixa 
   

O preço das hortaliças, batata, tomate e alface continuam em baixa – inclusive menores em relação ao mesmo período de 2015 – na maioria das centrais brasileiras, apresentando apenas aumentos pontuais em alguns estados. Os dados são do 1º Boletim Prohort de Comercialização de Hortigranjeiros nas Centrais de Abastecimento (Ceasas), divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta terça-feira (24).

De acordo com o estudo, as hortaliças que apresentaram alta nas cotações em praticamente todos os mercados foram a cebola e cenoura, o que já é fato característico do período.

Já entre as frutas, o grande destaque de queda de preços no período foi o mamão, que teve aumento da oferta em vários mercados e pouca demanda, em virtude das festas de fim de ano e da maior competição com outras frutas tradicionalmente procuradas nesta época. Isso também contribuiu para a elevação da exportação do produto.

Banana e laranja apresentaram tendência de alta de preços em grande parte dos mercados. A laranja continua escassa nos entrepostos atacadistas. A melancia, por sua vez, apresentou aumento de oferta em todos os mercados em relação ao período anterior, mas com preços ainda sem uma tendência definida.

Neste mês, além das frutas e hortaliças analisadas regularmente pelo Prohort, outros produtos importantes na composição alimentar do consumidor apresentaram, da mesma forma, queda nas cotações. Entre as hortaliças, destacam-se as reduções na média de preços da abóbora (4%), couve-flor (12%), moranga e mandioquinha (18%), quiabo (22%), berinjela (24%), jiló (26%), batata-doce (28%) e espinafre (42%).

Em relação às frutas, importantes quedas de preços foram registradas para a goiaba (7%), melão (14%), uva (21%), manga (22%), caqui e tangerina (24%), pêssego (29%), limão (31%), ameixa (45%), amora (58%) e nectarina (63%).

Dados consolidados
Com o fechamento dos dados do último mês de 2016, o Boletim Prohort informa também a quantidade e o valor da comercialização de hortigranjeiros realizada durante todo o ano. A consolidação desses números evidencia uma redução de 3,35% no volume comercializado em relação a 2015, e um aumento de 14,63% no valor total nesse segmento da comercialização de produtos in natura, o que pode ser explicado por fatores climáticos e econômicos da atualidade brasileira.