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segunda-feira, 4 de junho de 2018

União forçada das rosas com os morangos, tudo a ver?

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Parentesco com o morango e outras surpresas reveladas pelo mapeamento genético das rosas. Após oito anos de pesquisa, cientistas concluem versão nova e mais completa do genoma dessas flores.

O sequenciamento do genoma humano - um dos feitos científicos mais importantes da história - foi concluído em 2003. Agora, os cientistas terminaram uma versão nova, revista e ampliada do "livro" genético de uma das espécies mais admiradas do mundo, as rosas. A conclusão do trabalho foi anunciada por cientistas em 30 de abril.

A história genética das rosas está cheia de surpresas. Por exemplo: a flor é mais próxima dos morangos do que se achava anteriormente.

No longo prazo, o sequenciamento genético pode levar à criação de rosas com novos aromas e cores, de acordo com o time de especialistas de vários países.

O novo genoma das rosas levou oito anos para ser concluído. Agora, sabemos exatamente quais genes estão envolvidos na produção do aroma, da cor e da longevidade das rosas, diz o pesquisador Mohammed Bendahmane, da École Normale Supérieure (ENS) de Lyon, na França, que liderou o trabalho.

"O que nós temos agora é um livro de história da rosa", disse ele à BBC. "Um livro que nos ajuda a entender a espécie, sua jornada ao longo da evolução e do processo de domesticação."

O estudo envolveu uma equipe de mais 40 cientistas de França, Alemanha, China e Reino Unido e ajuda a entender a variação existente hoje em termos de cores e aromas. A informação genética auxiliará os agricultores a desenvolver novas variedades que vivam por mais tempo em vasos ou sejam mais resistentes a pragas.

A pesquisa também lança luz sobre a família Rosaceae, que inclui frutas como maçãs, pêssegos e morangos.

"A rosa e o morango na verdade são espécies muito próximas", diz Bendahmane.

Guerra das rosas

O cultivo de rosas em jardins começou há milhares de anos, provavelmente na China. Durante o período romano, rosas eram amplamente cultivadas no Oriente Médio, onde eram usadas como ornamento e para a produção de perfume.

No século 15, a rosa se tornou o símbolo de uma guerra pelo trono inglês, na que ficou conhecida como "Guerra das Rosas" - a rosa branca era o símbolo da Casa de York, e a rosa vermelha representava a Casa de Lancaster.

O resultado da pesquisa foi publicado no periódico científico Nature Genetics (em inglês).


terça-feira, 26 de setembro de 2017

É Primavera! Quer conhecer a capital das Rosas no Rio?

Município serrano de Bom Jardim é o maior produtor estadual da flor com mais de 100 floricultores. Uma ótima oportunidade para conhecer de perto o lugar neste início de Primavera.

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Nos últimos dez anos, Bom Jardim, na Região Serrana, se consolidou como a capital fluminense das rosas. Com condições climáticas mais favoráveis para o desenvolvimento da espécie do que as oferecidas pelo município vizinho de Nova Friburgo, maior produtor de flores de corte do estado, Bom Jardim conta hoje com mais de 100 produtores da espécie, plantada em 108 hectares. 

Alguns desses, apesar de cultivarem outras espécies de flores na localidade friburguense de Vargem Alta, transferiram parte de suas lavouras de rosas para as localidades de Venda Azul, Barra Alegre e São Vicente, em Bom Jardim.

 O floricultor Wadith Chamboudet, que tem nas rosas vermelhas da espécie greengala, sem espinhos, o destaque da sua produção, é um deles. Em 2015 migrou sua estrutura de cultivo com 40 mil pés de roseiras para uma área em Venda Azul, mantendo em Vargem Alta sua produção de gérberas, gipsophilas, tangos e lírios, entre outras.

               Cachoeiras formam a paisagem rural
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- A altitude inferior em quase 300 metros e a temperatura mais elevada, em torno de dois graus, em relação a Nova Friburgo, proporcionam melhor desenvolvimento das rosas em Bom Jardim, reduzindo o ciclo de colheita e aumentando a produtividade. O menor prazo, associado à maior produtividade, trouxeram ganhos econômicos para a atividade - enfatizou Chamboudet.

Há 22 anos produzindo rosas em Venda Azul, o produtor Juranil de Souza afirma que a pequena distância que separa as duas áreas de produção nos municípios vizinhos, em alguns casos de apenas quatro quilômetros, é suficiente para apresentar as diferenças climáticas, que favorecem os dois milhões de roseiras que florescem em Bom Jardim.

Na avaliação da coordenadora do programa Florescer, da secretaria estadual de Agricultura, Nazaré Dias, os resultados alcançados com as rosas têm motivado os produtores de Bom Jardim a adotar novas tecnologias de colheita e pós-colheita e usar embalagens padronizadas, fazendo o diferencial da produção no mercado consumidor.

- Com a melhoria da qualidade da rosa do Rio de Janeiro, o produto fluminense vem ocupando gradativamente o abastecimento do próprio mercado e reduzindo sua importação de outros centros produtores - frisou.

Ela acrescenta que, nos últimos dez anos, de acordo com dados da Emater-Rio o número de produtores de rosas em Bom Jardim cresceu 150% , passando de 40 para mais de 100. A área cultivada foi ampliada de oito para 42 hectares, com a produção média anual de três milhões de maços da flor. 

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Confira a lista de plantas sazonais em maio

A "rainha das flores"

                   Imagem relacionada

Maio, mês das mães e das noivas, portanto uma ótima oportunidade para quem quer cuidar daquele arranjo floral para uma festa, recepção ou decorar a casa. Com isso, gastando muito pouco. Veja a lista prepara pela Ceagesp.

Antúrio: a flor é típica dos climas tropicais da América Central e do Sul e precisa ser cultivada em local que receba luz direta do sol.

Azaleia: surgiu no Japão e seu nome no país oriental significa “árvore de rosas” e se adapta bem em ambientes externos ou internos.

Begônia: simboliza a jovialidade e a fertilidade, suporta temperaturas entre 20 e 28 graus e deve ser protegida da exposição direta ao sol e ao vento.

Branquinha: também conhecida como mosquitinho, essa flor representa pureza e é uma das preferidas das noivas para arranjos e decoração em casamentos.

Bromélia: essa flor tropical se tornou popular pelo mundo todo com a expansão do seu fruto, o abacaxi.
 
Ciclamem: planta ideal para ser cultivada em vasos pelo seu pequeno porte, ela surgiu na Europa e na Ásia.

Crisântemo: teve sua origem na Ásia e foi trazida ao Brasil pela imigração japonesa e costuma se desenvolver bem em períodos de baixas temperaturas.

Dracena: essa planta ornamental pode ser mantida em vasos, porém grandes para que possa crescer saudável, também precisa de rega abundante e constante.

Estrelicia: flor exótica de origem africana que requer luz solar direta para florescer bem, seu formato lembra um pássaro e não suporta temperaturas muito baixas.

Eucalipto simeria: existem cerca de 600 espécies de eucalipto, ele surgiu na Austrália e seu cultivo se tornou popular no Brasil a partir do século XX.

Flor de trigo: aparecem em forma de espiguetas que se alternam entre três e cinco, as melhores variedades da planta surgem na região Sul do Brasil.

Helecônia: pode alcançar até seis metros de altura, possui uma penugem avermelhada e aveludada que cobre toda sua extensão colorida e é pouco resistente a ventanias.

Mini rosa: floresce bem o ano todo e costuma medir até centímetros de altura. Tamanhos maiores podem causar perdas de nutrientes na planta que dá flores nas cores vermelho, rosa, branco ou amarelo.

Musgo pequeno: é um dos representantes das briófitas, plantas naturais de ambientes escuros e úmidos que precisam de vasos condutores.

Orquídea: aparece em todos os continentes, exceto na Antártida, apesar de ser típica de climas tropicais.

Palmeira: nosso país já foi conhecido como “terra das palmeiras” pela sua grande oferta da espécie. Além do seu valor ornamental, a palmeira é matéria-prima na confecção de esteiras, cestos, chapéus, fornece fibras para produção de cera, graxa, sabão, verniz e tinta, entre outros produtos.

Rosa: apesar do nome possui uma grande variedade de cores e muito simbolismo. Por diferentes culturas é sinônimo de amor, romance, beleza, cura e espiritualidade.
 
Samambaia: geralmente é utilizada como planta ornamental e pode alcançar até 15 metros de altura, não apresenta, flores, frutos nem sementes.